<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681</id><updated>2012-02-10T04:28:35.921-03:00</updated><title type='text'>Psicodelia Imaginária</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>77</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5174259432664997914</id><published>2012-02-10T04:16:00.002-03:00</published><updated>2012-02-10T04:28:35.926-03:00</updated><title type='text'>Arthur e Alice</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Arthur e Alice moram num pequeno apartamento que fica na Av. Tiradentes, próximo ao Banco do Brasil, centro da cidade. Decidiram morar juntos desde o tempo da faculdade, quando se conheceram. Foi paixão a primeira vista. Arthur era um rapaz tímido, desastrado, educado, inteligente, que conversava sobre cinema e assuntos de entretenimento. Alice era apaixonante por seu jeito calmo e o modo como conversava. Gostava de arte, Chico Buarque e tomar coca-cola enquanto lia. Todos diziam, incluindo os professores, que a história deles já estava escrita, só faltavam se conhecerem. Durantes as aulas trocavam bilhetinhos apaixonados, olhares, beijos, sorrisos e ideias que contribuíssem no trabalho. Pareciam duas crianças felizes tomando soverte enquanto assistiam desenho. Nunca se cansavam. Muito diferente do momento que se encontram agora. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Como o tempo de faculdade chega ao fim e cada um deve seguir seu destino após esse tempo, Arthur e Alice se imaginaram distante um do outro e sentiram saudade ao se despedirem. Arthur convenceu Alice de não voltar para casa de seus pais e lhe fez o convite para irem morar juntos em um apartamento. Alice aceitou, pois sentiria falta de alguém ao lado durante o dia. Só não imaginou que o dia a dia virasse uma rotina enjoada após um ano e três meses de convivência. Em tão pouco tempo juntos, o amor que sentiam chegou ao ponto em que a rotina cria o tédio, o tédio cria o cansaço, e o cansaço carrega inúmeras possibilidades de acabar com um relacionamento.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Alice, debruçada na janela, observava o engarrafamento na Av. Tiradentes. Suspirava e tentava pensar em algo legal para fazer naquele fim de tarde. Arthur, deitado na cama, tentava se concentrar na leitura de seu livro. O que não estava acontecendo... logo desistiu. Ficou observando Alice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alice, não vem deitar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acabei de sair daí, vim respirar um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que deveríamos dar um tempo – disse Alice, aflita e com um raciocínio que exigia um esforço para pensar nas coisas que dizia. O que fez com que Arthur ficasse calado por sete segundos. Também estava com o raciocínio fraco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por quê? Tu não me amas mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixa de ser idiota, não é isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que é então? Sexo? Eu não consigo mais ti comer como antes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porra Arthur, que indelicadeza, vai-te-fuder. Só pensei que poderia ficar um tempo sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Alice foi para o banheiro e se trancou. Ficou com um choro seco preso na garganta, imaginando que as coisas tinham chegado ao fim. Arthur, nervoso com o que disse, se levantou meio atrapalhado e caiu, dando de testa no chão. Caiu tão violentamente que Alice ouviu o barulho e se assustou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amor, eu me bati. Tá doendo. Me desculpa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Alice, ao ouvir as tais palavras, não sabia se ria ou se chorava, sentia raiva de tudo, mas sabia que logo passava. Percebeu que as coisas às vezes precisam ser entediantes/enjoadas/tristes/cansativas para depois ficarem animadas. E que se fosse embora, quem iria lhe fazer rir e quem iria cuidar do desastrado do Arthur? Como já disseram, a história deles já estava escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Tá bom, eu sei que é meio brega o que escrevi, mas imaginei como um relacionamento pode passar por um momento entediante numa forma divertida. Afinal, se um casal se gosta tanto, devem perceber as pequenas idiotices que podem fazê-los se separarem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5174259432664997914?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5174259432664997914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5174259432664997914' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5174259432664997914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5174259432664997914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2012/02/arthur-e-alice.html' title='Arthur e Alice'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-919860093429433560</id><published>2012-01-31T23:21:00.005-03:00</published><updated>2012-02-01T21:53:47.106-03:00</updated><title type='text'>No meio do caminho tinha uma flor...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;“Quero viver ao lado da mais linda flor para sentir que sou feliz ao seu lado”, disse Roberto diante das flores do jardim.  O tempo estava calmo e fazia uma manhã linda, como há muito tempo não fazia. O ar estava frio e Roberto sentia-o pelo cheiro das flores. Respirava fundo. Há seis dias ele passava as manhãs procurando algo que lhe confortasse e o cheiro das flores lhe dava esse prazer. Era o mesmo jardim em que passava correndo quando era uma criança agitada e feliz. Escolhia as mais lindas flores e levava com carinho para presentear sua mãe ao chegar em casa. “Te amo mãe. Essa flor foi o vento que trouxe junto com a chuva”. A mãe de Roberto segurava o choro que era difícil de perceber em seus olhos. Durante a janta ficava observando a sensibilidade que seu filho tinha para com as belas coisas da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Todas as lembranças vinham à mente de Roberto lhe trazendo uma sensação boa para escolher as belas flores. As mais feias deixava escapar de seus olhares, devia ser por pena ou por não saber amá-las, mas sorria para elas com simpatia. Pois não sabia despreza.  Regava as que sentiam sede e lhe dava sombra quando precisava. Aprendeu a cuidar delas com sua avó quando criança. “Um dia saberá por que cuido bem das flores e terá uma que dedicará uma paixão especial para não deixá-la ir embora”, Roberto não entendeu as palavras de sua avó. Entendeu o sentido, muito tempo depois, quando conheceu Beatriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;A vitamina que colocava na água para regar as flores havia acabado e Roberto achou melhor comprar quando sentiu falta disso. “Elas devem sentir falta disso assim como eu sinto falta de algo”, pensou antes de ir até a floricultura mais próxima. Ao entrar, se aproximou do balcão e foi surpreendido por uma beleza que fez com que o ar do ambiente ficasse registrado em seus pensamentos. “Posso lhe ajudar”, disse Beatriz. Por ironia do destino, as flores sempre fizeram com que Roberto se sentisse feliz. Elas souberam lhe retribuir todo o carinho que sentia por elas, e em meio a tudo isso acharam melhor recompensar com um presente que partilhasse do mesmo gosto. As flores sabem amar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Hoje, sempre quando Roberto está no jardim, retribui o presente que ganhou. Passou a ter novos prazeres. Cozinha, escreve, joga pedrinhas no lago e dormi em baixo da árvore lendo. A vida é simples demais e aprendeu com sua avó a alimentar uma paixão para que ela lhe fizesse bem. Poderia ter rejeitado as flores, mas como pode fazer uma coisa dessas quando já faz parte da sua vida. Roberto sabia que as flores são para amá-las.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;P&lt;/i&gt;&lt;i&gt;ara Luciana Porto, com carinho.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-919860093429433560?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/919860093429433560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=919860093429433560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/919860093429433560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/919860093429433560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2012/01/no-meio-do-caminho-tinha-uma-flor.html' title='No meio do caminho tinha uma flor...'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7333645208433546391</id><published>2012-01-05T23:19:00.001-03:00</published><updated>2012-01-05T23:21:51.473-03:00</updated><title type='text'>Tiago a criança que não sabe se defender!</title><content type='html'>O que seria da minha vida sem um amigo. &lt;span id="goog_874865383"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_874865384"&gt;&lt;/span&gt;Essa história é bem legal, saiu da imaginação da carol:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-d5ahlyUsJRo/TwZZu74dhLI/AAAAAAAAA1g/W4QkkFsa5pA/s1600/Anivers%25C3%25A1rio+da+Carol+038.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-d5ahlyUsJRo/TwZZu74dhLI/AAAAAAAAA1g/W4QkkFsa5pA/s320/Anivers%25C3%25A1rio+da+Carol+038.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Eu apresento a história: "Tiago a criança que não sabe se defender!"&lt;br /&gt;Tiago  é um menino de classe média, totalmente capitalista e criado em prédio,  que está simplesmente apreciando a vista da bela cidade. Quando se  aproxima este rapaz na tentativa de fazer mal a essa pobre criança.&lt;br /&gt;Pobre Tiago! :(&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qx9b4mvCRiY/TwZZ3u0_OFI/AAAAAAAAA1s/0peeGA3rk6M/s1600/Anivers%25C3%25A1rio+da+Carol+039.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-qx9b4mvCRiY/TwZZ3u0_OFI/AAAAAAAAA1s/0peeGA3rk6M/s320/Anivers%25C3%25A1rio+da+Carol+039.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Mas como eu já disse, Tiago é um menino idiota que não sabe quando o mal se aproxima!!!&lt;br /&gt;Perceba, por favor, a inocência de nossa criança. Vamos ajudar o Tiago?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RzcKmVqRaP0/TwZZ_NHpmCI/AAAAAAAAA14/5sS5J8Re_TI/s1600/Anivers%25C3%25A1rio+da+Carol+040.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-RzcKmVqRaP0/TwZZ_NHpmCI/AAAAAAAAA14/5sS5J8Re_TI/s320/Anivers%25C3%25A1rio+da+Carol+040.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Com a sua vubração positiva nosso protagonista percebeu o que estava  acontecendo ao seu redor, parou de pensar na louca e se defendeu do  inimigo, que espertamente disfarçou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7333645208433546391?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7333645208433546391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7333645208433546391' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7333645208433546391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7333645208433546391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2012/01/tao-simples.html' title='Tiago a criança que não sabe se defender!'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-d5ahlyUsJRo/TwZZu74dhLI/AAAAAAAAA1g/W4QkkFsa5pA/s72-c/Anivers%25C3%25A1rio+da+Carol+038.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4468623110934034895</id><published>2011-12-25T17:17:00.004-03:00</published><updated>2011-12-25T17:37:07.849-03:00</updated><title type='text'>Feliz Natal</title><content type='html'>&lt;i&gt;Dois desconhecidos tentando encontrar algo legal em uma noite de natal.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sempre rasgo as folhas de papel quando não me vêem nenhum pensamento a mente. Olho para outra folha em branco e me certifico de que apenas o vazio me ocupa. Era bem melhor ter aprendido tocar algum instrumento ao invés de me arrisca na arte da escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Ronaldo era meio descrente com as coisas. Tornava impossível e complicada cada situação que fizesse parte de seu trabalho. Sua cara de perdedor lhe ajudava a ter mais certeza de que nunca conseguiria terminar uma lauda para as coisas que tentava escrever. Seu vício era outro mal, lhe afundava nas duvidas e na certeza de ser um grande perdedor. Palavras lindas nunca faziam parte de seus pensamentos.&amp;nbsp; De sua mente só brotava complicações e um ódio que sentia por nunca passar de um parágrafo. Nada era tão simples.&amp;nbsp; Toda essa perda só lhe frustrava cada vez mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Era véspera de natal, e enquanto todos comemoravam felizes, Ronaldo não tinha nada de emocionante a comemorar. Só tinha folhas em branco a ser preenchidas por palavras. Tentou escrever um poema decente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"A chuva molha as raízes das plantas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Meu corpo fica seco,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Perco apenas para as flores. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Meus olhos escurecem. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sinto falta de outro olhar."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Ronaldo não sabia, mas essas palavras foram tão simples que conquistaram Barbara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;Barbara vivia a perda de um grande amor. Teve inúmeros relacionamentos com caras que nunca a fizeram feliz. Passava noites em claro a espera de um telefonema para lhe confortar. Se afundava num choro seco e silencioso todas as manhãs. Como não tinha resultado de suas paixões, passou a escrever sobre suas frustrações. Era meio boba a forma como Barbara lhe dava com as palavras, mas elas tinham uma força tão verdadeira. A partir das palavras que lhe sufocavam, achou melhor gritá-las em uma folha em branco. Passou a escrever para os perdedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 20pt;"&gt;O primeiro contato que Barbara teve com Ronaldo foi através de um poema tosco com o qual se identificou. Achou sincera a forma de como uma frustração poderia atingir outra pessoa. Foi quando se certificou de que não estava sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Olá, gostei do seu poema tosco. Pareceu tão verdadeiro para mim. Feliz natal. Beijos.”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4468623110934034895?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4468623110934034895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4468623110934034895' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4468623110934034895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4468623110934034895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/12/feliz-natal.html' title='Feliz Natal'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3367023630351918827</id><published>2011-12-01T11:40:00.001-03:00</published><updated>2011-12-01T11:52:10.247-03:00</updated><title type='text'>Única forma de tranquilizar a vontade de se apaixonar por algo.</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/LzYC60DJ-nM?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queria escrever algo novamente para essa canção, me sinto bem com ela. Agora, ficar ouvindo imagino muito mais do que se parasse para escrever. Uma das mais lindas canções que ouvir. Ela me inspirou e conseguir escrever isso: &lt;a _blank'="" href="http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/11/vai-onda-vem-nuvem.html"&gt;Vai a onda Vem a nuvem&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3367023630351918827?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3367023630351918827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3367023630351918827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3367023630351918827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3367023630351918827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/12/unica-forma-de-tranquilizar-vontade-de.html' title='Única forma de tranquilizar a vontade de se apaixonar por algo.'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/LzYC60DJ-nM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5886774866568195365</id><published>2011-09-11T22:46:00.005-03:00</published><updated>2011-09-11T23:00:02.510-03:00</updated><title type='text'>Anne</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;Dez anos depois volto a pensar em Anne. Tenho pensado bastante nela esses dias desde que vi as notícias da televisão relembrar o atentado de onze de setembro, o que me fez voltar ao passado. Fico me perguntado se ela está viva ou morta, se casou, se continua linda encantando outros homens ou se encontrou o seu destino como sempre dizia. Eu realmente a amava. Sei que seguimos caminhos diferentes agora, mas só de relembrar o que aconteceu naquela madrugada, sinto que ainda há algo perturbador dentro de mim. O que parecia ser uma ficção acabou se tornando um verdadeiro fato histórico. &lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;Eram três e vinte sete da madrugada quando Anne atravessou meus pensamentos e deitou na cama junto comigo. Acordei com seu cheiro invadindo minha respiração que imobilizava todos meus sentidos. Um cheiro doce de rosas do campo. Ela passava seu fino rosto no meu, colava seus lábios nos meus olhos e escorregava sua delicada mão sobre minha barba. Perdi totalmente o controle para sua sedução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Como você conseguiu entrar aqui? – perguntei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Pedi para o porteiro, ele me reconheceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Porque as pessoas ainda acreditam na beleza humana. Você poderia ser uma bela assassina de um filme noir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não tenho tanta sorte de contracenar num papel desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– E porque veio até aqui. Não disse que não queria mais me vê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Disse, mas senti sua falta. Abrace-me bem forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Estamos cometendo o erro que não queríamos. Devemos nos afastar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sei disso, por isso estou aqui.&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;Anne foi minha primeira mulher na fase adulta, a que fez com que eu quebrasse minha promessa de quando criança. Havia prometido a mim mesmo que nunca iria ter um relacionamento. Iria me apaixonar pelas lindas mulheres sem fazê-las sofrer. Que promessa ridícula. Acho que devido ao amadurecimento vamos perdendo as coisas que nos comprometemos no passado. Só conseguir perceber isso agora, dez anos depois. Aquela madrugada de onze de setembro parecia não ter existido em minha vida até o amanhecer, quando atendi ao telefone. Anne se despediu de mim e me fez acreditar na realidade. Liguei a televisão e assistir o avião se chocar no World Trade Center, o momento que me certifiquei que tudo era verdade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5886774866568195365?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5886774866568195365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5886774866568195365' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5886774866568195365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5886774866568195365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/09/dez-anos-depois-volto-pensar-em-anne.html' title='Anne'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3918586719132925381</id><published>2011-08-16T00:04:00.000-03:00</published><updated>2011-08-16T00:06:44.049-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Silenciei as palavras novamente. Me desculpem por cometer esse erro.&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3918586719132925381?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3918586719132925381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3918586719132925381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3918586719132925381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3918586719132925381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/08/silenciei-as-palavras-novamente.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5609332202565563802</id><published>2011-06-29T00:05:00.002-03:00</published><updated>2011-06-29T00:11:39.473-03:00</updated><title type='text'>Rebobina(dor)</title><content type='html'>&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify; font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;Minha prezada Carol:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hoje, mais do que nunca, sentir saudade sua. Lembrei de seu suave rosto e do brilho de seus olhos para ocupar minha mente de sua beleza. Os dias aqui no Rio demoram a passar. Estou desaprendendo a viver. Levo dia após dia como se fosse o mesmo. Como se fosse uma gravação de minha rotina. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Minha vontade era de estar ao seu lado, passar meus dedos entre seus cabelos cacheados e sentir o cheiro do meu jardim de flores. Você me mata de saudades. Talvez se eu não tivesse escolhido esse emprego aqui, poderia está com o pouco que eu tinha ao seu lado. Isso iria me confortar. E você? Como é que vai? Final de semana sair com o pessoal da fábrica. Divertimos-nos muito. Eles ficaram encarnando em mim durante o expediente todo porque eu não parava de falar o seu nome. Devia está bêbado. Como daquela vez que fomos para o boteco da praça, lembra. Passei a noite toda falando sobre ‘pirataria’, e todos já estavam de saco cheio. Eu sou mesmo uma figura. E daquela vez que...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Eu não queria mas lê aquela carta. Se possível, queria que ela nem tivesse existido. Ela é como as outras. Cheia de palavras que remetem saudades e lembranças de nosso namoro. Como é que ele podia falar em saudades e ficar longe daqui. Porque ele não largava tudo e vinha ver a saudade dele. Será que ele não pensa que eu também tenho sentimento. Eu aqui calada, vivendo de solidão. Respirando os dias deprimentes das dores. Sentindo a falta da cor que tínhamos. Supro minha saudade conversando com pessoas que não conheço. Com rapazes que me convidam insistentemente para sair. Devo está fazendo a coisa certa. Viver do que aconteceu me estraga. Faz me sentir uma moça tola. Já não existo para o que aconteceu. Agora sigo numa linha que sempre me busca nos momentos tristes. Para encontrar o que ainda não encontrei. Para buscar o que ainda não vivi. Para recuperar esses dois anos que estamos longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5609332202565563802?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5609332202565563802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5609332202565563802' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5609332202565563802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5609332202565563802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/06/rebobinador.html' title='Rebobina(dor)'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4608176572798626962</id><published>2011-06-19T13:37:00.003-03:00</published><updated>2011-06-25T13:25:58.521-03:00</updated><title type='text'>Um pequeno breve comentário sobre o reencontro</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Sentia falta delas assim como sentia falta dos meus passos que há tempo não me levavam para um mundo confortável. Sentia- me preso entre meus pensamentos e ao mundo que me rodeava. Parecia que estava de olhos fechados. Não sentia o conforto agradável de está voando em meus pensamentos desde quando me prendi. Desde quando me prendi para está sozinho entre muitas pessoas. Ainda sinto isso, mas sei que o conforto nunca será confortável. Agora quero aprender a me equilibra nessa linha sem cair novamente. Será difícil, mas conseguirei, e eu sei disso. Perdi-me durante muito tempo dentro desse labirinto que eu nem mesmo sei. Sentir o gosto das palavras espontâneas é deixar-se solto e não ter que voltar atrás.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Bernard Freire&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;*Esse comentário não é uma auto-ajuda e nem um desabafo. São apenas palavras. Tente escrevê-las.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4608176572798626962?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4608176572798626962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4608176572798626962' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4608176572798626962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4608176572798626962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/06/um-pequeno-breve-comentario-sobre-o.html' title='Um pequeno breve comentário sobre o reencontro'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3431503331933190506</id><published>2011-06-14T09:47:00.008-03:00</published><updated>2011-09-13T14:40:29.243-03:00</updated><title type='text'>O olhar por dentro do sentimento</title><content type='html'>&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O único objetivo era saber qual seria o impulso que levaria Ronaldo até aos bares das noites calorosas do mês de junho. Mas isso seria difícil, já que agimos por impulso sem perceber. Depois que o impulso veio, achou melhor não ficar em casa onde sua angústia aumentava. Pegou a chave do carro e atravessou a porta da rua. O impulso estava dentro dele. A rua que cortava caminho ao centro da cidade estava congestionada. Pessoas fantasiadas de caipiras atravessavam sem medo entre os carros, a fogueira parecia brilhar bem mais que as luzes dos postes. Era noite de São João e Ronaldo não estava nem um pouco a fim de bancar o legal. Antes de decidir voltar para casa, seus olhos bateram com a cena do beijo. O seu beijo roubado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Um soco no estômago! Isso foi o que sentir ao ver aquela cena. Nunca pensei que as mulheres pagavam na mesma moeda, ou até pior. – Talvez se Ronaldo tivesse ficado em casa naquela noite, seu olhar seguiria outra direção e ouviria o tic-tac do relógio silenciando sua angústia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O copo estava cheio, quase derramando. Mesmo assim Ronaldo continuou pondo mais uísque sem perceber o que estava acontecendo. Seus pensamentos latejavam as lembranças daquela noite, quando viu Mayara nos braços de outro. Na boca de outro. No momento em que a viu, a cegueira tomou conta de seus olhos. Agora Ronaldo tem uma visão oculta para perceber os fatos. Sua concentração se perde junto aos seus pensamentos. O uísque derramou na mesa manchando a toalha branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Merda.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Ele realmente estava precisando do auxílio de um amigo. Ronaldo não sabia se ficava entediado em casa ou se iria até o boteco mais próximo encher a cara. Se fosse para o boteco, afundaria mais sua dor. Resolveu ir para casa de sua mãe onde sempre se esquecia do mundo. Antes de partir, sentou em frente ao computador e enviou um email para Mayara.  &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Enviar&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;u&gt;Salvar rascunho&lt;/u&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;u&gt;Descartar&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;De: &lt;a href="mailto:ronaldoabreu@email.com"&gt;ronaldoabreu@email.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Para: &lt;a href="mailto:mayara.lima@email.com"&gt;mayara.lima@email.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Assunto: (sem assunto)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-style: italic;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;Se meu corpo ficar tanto tempo dentro desse cubo, minhas imaginações evoluem e percebo que já não quero manter contato com o resto do mundo. Quando percebo que estou sofrendo, esqueço essas imaginações e me levo em direção aos outros corpos espalhado pelo mundo. Tenho sentimentos, palavras, olhares. Medo. Tenho necessidade de amar o que não me pertence. De sofre pelos meus olhares. De chorar ao ver o mar, as flores. De sentir o vento. De vê a luz do dia apagando quando tento te esquecer. Tentei não sofre e ocupar meus pensamentos para não pensar em você.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:&amp;quot;;font-size:12pt;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Passei a me reunir em um partido de esquerda, já faz duas semanas. Socialistas que vêem problemas em tudo e não tem medo de gritarem suas vozes (ao contrário de mim que tenho medo de gritar o que está aqui dentro, o seu nome, isso também está dentro de mim). As reuniões são as quartas e sextas, sempre às sete da noite. As pessoas são inteligentes e com um bom acumulo político. Talvez eu me filie ao partido. Acho muito bom fazer discussão política e colocar em prática as atividades para o crescimento da sociedade. Só tenho medo de acabar me frustrando depois. Fico por aqui, um beijo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Ronaldo queria continuar dormindo e ficar sonhando com as lembranças de sua infância onde ele realmente era feliz e não precisava fingir. Pegou o violão que estava no canto do quarto pedindo para ser tocado. Aquele violão estava velho, mas era o único objeto que lhe remetia à lembrança de seu avô. Caminhou pelo corredor e atravessou a cozinha sentido o cheiro do café que sua rainha estava fazendo, sentia saudade daquele cheiro. Parou na varanda e observou os objetos, estavam todos empilhados no mesmo lugar, lado a lado. Esse filme retrocedeu em seus pensamentos. A velha cadeira ainda estava no mesmo canto, como se tivesse alguém sentado naquele lugar todos esses anos. Sentou e sambou com a viola para recomeçar de novo, bebendo daquele café para lhe trazer o beijo novamente.  &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3431503331933190506?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3431503331933190506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3431503331933190506' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3431503331933190506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3431503331933190506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/06/o-olhar-por-dentro-do-sentimento.html' title='O olhar por dentro do sentimento'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7897189950618741887</id><published>2011-05-29T14:50:00.003-03:00</published><updated>2011-06-01T13:03:41.065-03:00</updated><title type='text'>Chuva, convite e cinzas de um carnaval</title><content type='html'>&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Perdi o feriado de carnaval ao seu lado por um quarto vazio repleto de música lenta, livros abertos e um silêncio que me fazia pensar em você. Sabia que isso iria ser um pouco entediante, mas foi assim que decidir passar o feriado: longe da sua linda voz, e me abrigar no silêncio das palavras. Talvez eu deva ter errado em não ter aceitado o mesmo convite feito há dois anos, quando nos conhecemos, lembra?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Era final de fevereiro e as fortes chuvas castigavam as ruas de Belém. Esse era o momento em que à cidade parava e o estresse aumentava. Já era quase oito da noite e me senti ilhado na lanchonete de uma panificadora, onde a cada segundo que passava minha paciência sumia. Se ao menos eu tivesse um guarda-chuva.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– Idiota – eu disse. – Nem pra isso sirvo. Dava pra ter comprado um guarda-chuva. Sou um burro mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Logo atrás, ouvir sua risada leve. Você estava rindo do que eu havia dito. Acho que minha expressão agradou aquele entediante momento.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– Desculpe.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– Que nada, achei engraçado o jeito que você falou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– É que eu não estou a fim de ficar na mesa de uma lanchonete a noite toda.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Os próximos três minutos que se seguiram, foi o tempo em que você se levantou, foi até o caixa, pagou a conta e caminhou até a porta de saída, parou, olhou para mim e disse:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– Tenho um guarda-chuva, ele é grande e da para duas pessoas. Posso lhe dar uma carona, se quiser.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A chuva já estava fraca e caminhávamos abraçados falando sobre nossas personalidades.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– Fico aqui nessa parada – eu disse. – Obrigado pela gentileza de ter me dado uma carona. Foi a melhor e mais divertida carona que já tive.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– De nada, o prazer foi meu.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– Então tchau.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– Tchau. – Beijo no rosto e um leve abraço.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Fiquei observando você se distanciando e durante cinco segundos me perguntei: “dava pra te pego o número dela ou pelo menos o e-mail, droga”. Era sexta-feira e o começo de um longo feriado, não estava muito a fim de ficar em casa sem uma companhia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;– Ei, Espere! – gritei.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Foi então que o convite veio e descobrir o outro lado do feriado de carnaval. Quatro dias de intensos abraços, carinhos, beijos e a diversão que um feriado de carnaval pode proporcionar. Esse, porém, será diferente. Já que não estamos juntos há dois meses. Nosso relacionamento não aguentou as fortes chuvas desse tempo, e o feriado de carnaval passou a ser novamente para mim o momento de silêncio, onde eu pudesse relembrar nossos primeiros dias, já que recebi o seu telefonema junto com o convite. E como diz a canção “Marcha da 4a Feira de Cinzas” de Vinícius de Moraes: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Acabou nosso carnaval, ninguém ouve cantar canções. Ninguém passa mais brincando feliz, e nos corações saudades e cinzas foi o que restou”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7897189950618741887?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7897189950618741887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7897189950618741887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7897189950618741887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7897189950618741887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/05/chuva-convite-e-cinzas-de-um-carnaval.html' title='Chuva, convite e cinzas de um carnaval'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5005903072684696330</id><published>2011-04-25T14:24:00.004-03:00</published><updated>2011-04-27T14:22:41.751-03:00</updated><title type='text'>Corpos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No começo eram dois. Mas que na verdade tinham o mesmo corpo. Ele, o criador frustrado. Ela, a obra imperfeita. Sabiam combinar. Um formava o outro. Então, no começo era um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAM! Track.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Quando Heloisa ouviu o barulho da porta bater, sabia que Eduardo nunca mais voltaria. Sabia que sua dor e angustia se apodreceriam naquele espaço vazio, onde seu corpo não teria mais vida com o corpo que saiu. Era seco e silencioso o seu choro. Os braços apertavam suas pernas e o seu corpo permanecia imóvel naquele sofá. O barulho do tic-tac do relógio na parede lhe atravessava o corpo. Nada lhe incomodava, pois sua concentração estava no pensamento e na respiração que lhe acalmava o corpo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Eduardo com o corpo agitado e a respiração forte, andava pela rua tentando esquecer seu pensamento. Seus passos eram largos e pesados. Atravessava as ruas rapidamente num processo automático, ligado pela raiva que sentia. Seu foco a frente lhe mostrava o caminho para seguir. Mas não sabia ao certo para onde. FOoOoM! O barulho da caminhonete lhe atravessou o corpo junto com o vento que lhe foi lançado. Quase perdeu a vida. Quase. Se não fosse o reflexo de sua audição que parecia não fazer parte do corpo. Sentiu-se estourando por dentro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Do outro lado da rua, os bares laçavam um brilho aos olhos das pessoas que passavam dentro dos transportes públicos. Na calçada, mesas rodeadas de corpos que se perdiam nas vozes perdidas no ar. A noite proporcionava uma sensação boa aos corpos. Todos sorriam conforme a expressão do outro. Talvez aqueles não fossem eles. Seus egos voltariam na volta para suas casas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Heloisa levantou-se, olhou para os livros na estante e para os objetos que lhe remetiam o passado. Seus pensamentos estavam querendo gritar. Prostrou-se a frente do espelho ao lado da estante e começou a se observar. Um olhar que lhe traziam as lembranças do olhar que lhe olhava. Heloisa olhando para o espelho começou a se despir. Tirou a blusa. A calça. O sutiã. A calcinha, e olhou para seu corpo nu. Ficou-se ofegando. Amassando a barriga com as mãos. Passou a ponta dos dedos pelo resto do corpo. Sua pele era macia. Delicada. Doce. Sentiu vontade de se penetra ao fundo. Sentia as lembranças do passado. Sentia falta do corpo que saiu. Sentia-se única.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Eduardo entrou no botequim, sentou-se no balcão. Pediu uma vodca com gelo. Acedeu um cigarro e deu uma profunda tragada. Seu corpo ainda estava estourando por dentro. Passou os dedos entre os cabelos e apoiou o cotovelo no balcão com a mão na cabeça. Pensava no corpo. Nas lembranças do corpo que não saiu. Queria chorar para vê se o corpo saia. Mas estava seco. Percebeu que o ar que entrava em si, voltava com a fumaça absolvida. Sua sensação era a de um relaxamento profundo. Sonho. Engolia saliva junto com a vodca gelada. Acendeu outro cigarro. A cada tragada, o corpo saia lentamente de dentro do seu.Sentia as lembranças do passado. Sentia falta do corpo que ficou. Sentiu-se único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo era um. Mas as imperfeições do outro, não deixavam se fundirem. Ele, perfeccionista demais. Ela, autêntica demais. Então, no começo eram dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Bom, gostaria de me desculpar-me com os leitores do blog. Fazia tempo que não escrevia, em. Isso acabava deixando a presença dos leitores menos frequente por aqui. O motivo é que... Não há motivos. Escrevemos quando sentimos. Quando queremos, talvez. Ou então, passar os quatros dias de um feriado trancado em seu quarto podem fazer os sentimentos gritarem: “Ei, estamos aqui!”. Criei esse texto com referências das aulas de teatro. Todos os dias estudando corpo, respiração, olhar, sentimentos, pode lhes rederem um conto. O bom é que voltei a escrever. Estava precisando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5005903072684696330?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5005903072684696330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5005903072684696330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5005903072684696330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5005903072684696330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/04/corpos.html' title='Corpos'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7431796264526737784</id><published>2011-03-31T13:52:00.001-03:00</published><updated>2011-03-31T13:52:46.135-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O silêncio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7431796264526737784?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7431796264526737784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7431796264526737784' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7431796264526737784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7431796264526737784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/03/o-silencio.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-8695807013819656028</id><published>2011-02-28T12:59:00.008-03:00</published><updated>2011-02-28T13:43:49.861-03:00</updated><title type='text'>Palavra: objeto selvagem</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Sei que as palavras nunca mais serão as mesmas depois que elas morrem.De certa forma, elas deveriam preencher mais que o vazio onde elas não são escritas. Elas são formadas a partir da compreensão de algo e desenhadas através do olhar. Ditas para acalmarem e expressar o sentimento. Talvez sem elas não nos entenderíamos como homens. Queria permanecer dentro das palavras como uma forma de terapia, mas esse grande circulo a qual permanecemos, me impede de alcançar o que eu ainda não descobri.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Exemplo:&lt;br /&gt;“Era fevereiro, e as fortes chuvas alagavam as ruas de Belém. O vidro da janela do ônibus embaçado fez com que minha mão fosse até o mesmo. Nos pontos de ônibus, corpos a mutuados se protegiam das fortes gotas que vinham do céu. A fisionomia das pessoas era de cansaço. Corpos cansados do mesmo ritual cotidiano. Dentro do ônibus, a mesma reflexão que poucos notavam. Estavam sendo levados para suas casas, como as carnes são levadas nos caminhões para o açougue.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Se observares cada segundo, cada detalhe, cada respirar, as palavras serão desenhadas e saberá filosofar.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Ei, acorda. Ainda não sei o que devo escrever quando as palavras ficam em silêncio. Desaprendemos a desenhá-las, nossos olhares são pecados que construímos durante as gerações. Os estudos comprovam que não colocamos em pratica as palavras descritas pela antiguidade. Somos muitos para o espaço de poucos. Tentarei desenhar palavras nos dias tristes e me alegrar ao choro de sua leitura.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Somos seres duvidosos que estamos de passagem pelo circulo. Somos filósofos de si mesmo quando passamos a compreender nosso espaço. Somo fracos e francos com nós mesmo. Temos que aprender a jogar com as palavras, mas elas acabam nos entediando.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Para o grande sábio, escritor e filósofo paraense Benetido Nunes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Aprendi e levarei suas palavras comigo nesse grande circulo. Seus desenhos serão para mim, grandes referências.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-iFtLgBpOnOk/TWvIiSPlCdI/AAAAAAAAApM/j7GtbTivA84/s1600/%257BDA7412EF-E545-4A44-B7D5-3E5AEDFD4C44%257D_benedito4.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 419px; height: 294px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-iFtLgBpOnOk/TWvIiSPlCdI/AAAAAAAAApM/j7GtbTivA84/s320/%257BDA7412EF-E545-4A44-B7D5-3E5AEDFD4C44%257D_benedito4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578773054766778834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-8695807013819656028?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/8695807013819656028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=8695807013819656028' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8695807013819656028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8695807013819656028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2011/02/palavra-objeto-selvagem.html' title='Palavra: objeto selvagem'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-iFtLgBpOnOk/TWvIiSPlCdI/AAAAAAAAApM/j7GtbTivA84/s72-c/%257BDA7412EF-E545-4A44-B7D5-3E5AEDFD4C44%257D_benedito4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-8153651714517451283</id><published>2010-12-27T09:49:00.014-03:00</published><updated>2011-01-04T10:07:07.687-03:00</updated><title type='text'>Controle</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Trim..... Trim..... Trim..... Trim..... Trim..... TIC!&lt;br /&gt;“Oi, aqui é o Arthur. No momento não posso atender, mas deixe seu recado que depois retornarei.Obrigado”. TUM!&lt;br /&gt;“Arthur? Você está ae? Atenda, precisamos conversar. Queria lhe pedir desculpa por mandar você se fuder. Eu não sei o que deu em mim, estava nervosa e você apareceu numa hora errada. Aquele cara com quem você me viu na cama era o Daniel. Estávamos saindo há um tempo e acabei me apaixonado. Não sabia como lhe contar isso, eu errei. Percebi que ele não significa nada para mim. As coisas acontecem tão de repente em nossas vidas que não percebemos, e acabamos cometendo erros... Desculpa. Estarei esperando você para conversarmos melhor”. TUM! &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;Ao terminar a gravação, o silêncio se instalou naquela sala. Era um silêncio presencial, como se alguém tivesse observando aquele momento. Pela mesa havia cigarros amassados, cinzas espalhadas, vodca derramada e um cheiro insuportável de vômito. Arthur estava jogado no chão sobre o tapete segurando um frasco de remédio. Ao seu lado uma folha de papel amarela com a qual interagiu pela última vez. &lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5555347577587695666" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TRiPMDXxADI/AAAAAAAAAoo/rJiD4Ora8Qg/s320/bolg.JPG" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Clique para ver a foto ampliada: &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/bernardfree/5296162147/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Pseudónimo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-8153651714517451283?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/8153651714517451283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=8153651714517451283' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8153651714517451283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8153651714517451283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/12/controle.html' title='Controle'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TRiPMDXxADI/AAAAAAAAAoo/rJiD4Ora8Qg/s72-c/bolg.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-8557469783384178245</id><published>2010-11-03T14:22:00.007-03:00</published><updated>2011-12-01T11:51:15.531-03:00</updated><title type='text'>Vai a onda Vem a nuvem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 20pt;"&gt;Senti a água gelada do mar tocar-me os pés enquanto ficava observando-os a afundarem na areia, assim como também meu relacionamento com Lilianne estava afundando. O vento batia-me o rosto e me dava vontade de sair voando junto com ele. Segurava o celular enquanto Lilianne estava no outro lado da linha esperando minha resposta. Não queria dizer nada, se possível, queria ficar calado pelo resto do dia ao invés de dizer que concordava com o fim de nosso relacionamento. Era tudo estranho, era tudo diferente. Pensar que passei doze anos dividindo sentimentos com a pessoa que mais amei na vida, que ainda amo. Não poderia deixar que ela se fosse assim para Portugal e acabar de vez com nossos sonhos. Iríamos ficar distantes, mas sei lá... Poderíamos manter contato, escrever cartas, mandar emails. Estava me sentido muito mal. O celular escorregou da minha mão e caiu na água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 20pt;"&gt;Doze anos não são doze dias. Meus pensamentos começavam a rodear minha mente. Pensava que talvez Lilianne tivesse conhecido alguém ou dado uma chance à Bárbara. Esses pensamentos me incomodavam e aumentavam meu desanimo. Sentei na areia e deitei. Talvez uma onda forte batesse em mim e me levasse para o fundo do mar junto com os peixes. Ouvia o som do mar e o das gaivotas riscando o céu. Pude sentir o peso do meu corpo sobre a areia e a pulsação do meu coração que parecia rasgar meu peito. Não sei, mas tudo que queria era abraçar Lilianne e fazer com que ela desistisse da idéia de terminar nosso relacionamento. Sua imagem me vinha à mente, seus olhos castanhos claro, seus cabelos cacheados, sua pele macia e doce. Eu realmente estava morrendo sem poder dar o último suspiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 20pt;"&gt;A tarde estava nublada e a cor do céu era linda. Um escuro denso se cobria sobre mim. Talvez Lilianne estivesse infeliz em seu quarto com um choro seco e silencioso abraçada ao travesseiro, usando uma camisola de seda branca com estampas florais e apertando bem forte o celular em sua mão esperando que eu retornasse a ligação. Iria sentir falta de seus beijos, de seu sorriso, do seu olhar e dos dias nublados de novembro que comemorávamos nossa paixão. Os galhos das árvores balançam soltando suas folhas que caiem sobre a areia. Tudo se perde, tudo se vai; como a onda do mar indo e vindo. A nuvem escura chegou, e trouxe junto com ela o vento que me arrasta para o mar para que eu possa encontrar o que ele levou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 20pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Dedicado à Ana Carolina Duarte&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-8557469783384178245?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/8557469783384178245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=8557469783384178245' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8557469783384178245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8557469783384178245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/11/vai-onda-vem-nuvem.html' title='Vai a onda Vem a nuvem'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4047328110715245966</id><published>2010-10-11T17:40:00.009-03:00</published><updated>2010-10-11T18:02:44.987-03:00</updated><title type='text'>Wood, o pássaro que não voava</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Em homenagem a todas as crianças com suas imaginações totalmente inocentes. Sinto falta disso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Muitos dizem que a maior liberdade está nas asas de um pássaro. Outros dizem que queriam ser esse pássaro. Mas somente poucos, bem poucos, dizem: “Queria voar tão alto quanto um pássaro sem asas.”&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A história começa exatamente no ano de 1969, quando um pássaro não consiga voar porque não tinha asas. O pequeno e aflito pássaro se chamava Wood, e vivia constrangido quando ficava a observar o bando seguindo rumo para o outro lado do horizonte, enquanto ele ficava sobre as plantas que brotavam da terra. Wood ficava caminhado sozinho pelo imenso mato de erva que ligava a floresta até a cidade. Nada era perfeito e os seus dias eram sempre a mesma coisa. Wood sentia um grande vazio por não ser que nem os outros pássaros, mas esse vazio nunca o deixava triste, pois Wood era forte de pensamento e sabia sonhar com coisas boas. Certa manhã, Wood acordou e percebeu que o céu estava vazio, sem nenhum pássaro voando. Não ouvia nenhuma canção pelas árvores da floresta e nenhum som de bater de asas. O silêncio o acompanhava em sua caminhada pela floresta. Wood passou a ter um pouco de medo por se sentir tão sozinho; caminhava sem encontrar nenhum movimento, mas mesmo assim continuou caminhando, caminhando, caminhando... Estava ficando escuro e frio, o vento batia nos galhos que faziam as folhas caírem, o medo parecia crescer. De longe Wood observa uma luz intensa que brilhava cada vez mais quando se aproximava. A luz intensa era um grande cogumelo &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;. Uma luz irradiante que faziam os seus olhos girarem com o pensamento. Wood, totalmente inocente, observava o grande cogumelo e ficou impressionando com aquelas cores brilhando no escuro. “Olá”, disse o cogumelo &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;. Wood se assustou e correu para trás de uma planta. “Olá”, tornou a dizer o cogumelo &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;, “não tenha medo, não irei lhe fazer nada”. Wood saiu calmamente de trás da planta e ficou uns dez segundo calado antes de falar: “você tem vida”. “Claro que tenho”, responde o cogumelo &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;, “sou de uma espécie rara de cogumelo que só existe um em cada país. Mas me fala, como você se chama e de onde veio?”. “Me chamo Wood, moro aqui na floresta mas nunca havia andado por essa área”. “Você estar perdido?”, perguntou o cogumelo &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;. “Acho que sim. Não consigo encontrar os outros pássaros aqui na floresta, o silêncio abita em todas as partes”. O grande cogumelo &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt; começa a gargalhar, enquanto Wood fica sem entender. “Você não está sabendo que essa área será palco de uma grande guerra? Uma guerra onde os humanos não pensam nas vidas por estarem obcecados pelo poder. Caro Wood, brevemente parte disso que você está vendo será destruído, por isso os pássaros voaram para bem longe”.  Wood senti o vazio lhe cobrir novamente. “E o que devo fazer senhor cogumelo?”. “Voe para bem longe também”. “Mas não tenho assas”. O grande cogumelo &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 51);"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 255);"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt; observa o aflito Wood e lhe responde: “siga o seu coração, caminhe na direção da liberdade; todos estão seguindo esse rumo, você saberá o que fazer. Só não fique no Vietnã”. Wood nunca havia saído da floresta, mas achou que já estava na hora de procurar novos horizontes. “Bom, então muito obrigado senhor cogumelo, vou seguir em frente”. “Boa sorte Wood, e siga as cores”.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TLN3d91eo9I/AAAAAAAAAnk/pypoG9WPXck/s1600/cogumelo+c%C3%B3pia+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 225px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TLN3d91eo9I/AAAAAAAAAnk/pypoG9WPXck/s320/cogumelo+c%C3%B3pia+c%C3%B3pia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526892524412511186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Agora Wood abraça o mundo e segue sua imaginação. Seus pensamentos de infância lhe acompanham durante o longo caminho: o alimento mastigado da boca que o alimentava, as penas aconchegantes que o mantinha longe do frio, os olhos brilhantes que o faziam ter forças, e a canção que escutava todas as manhãs. Os adultos também são órfãos, órfãos assustados. Sua jornada é arriscada e divertida, seus movimentos: atrapalhados.Tudo estava mudando. Um pássaro sozinho a caminho de... “não se sabe o lugar”. Wood sentia frio, muito frio, e também fome. Suas perninhas davam passos cada vez mais ligeiros. Wood já cansado, senta debaixo de uma linda flor, encosta sua cabeça e senti o balançar dela. “Estou cansado”, suspira Wood. Ele começa a fechar os olhos lentamente e cochila por um tempo. Uma respiração leve e calma como à de um bebê. Sonho. Sonho que é interrompido com um barulho de bater de asas. Uma linda Borboleta pousa na flor. Wood acorda, olha para cima, e vê uma linda beleza que lhe faz lembrar-se de sua mãe. “Olá dona borboleta, você pode me ajudar?”, pergunta Wood. A borboleta responde: “dona?”, deixando Wood envergonhado. “Desculpe, é que estou seguindo as cores e não sei bem por onde ir”. A borboleta olha para os olhos aflitos de Wood, e observa um grande cansaço. “O meu nome é borboleta do amor, e o seu nome pequeno pássaro?”. “Wood”. “Você também está indo para o lugar imaginário?”, pergunta a borboleta do amor. “Sim”, responde Wood. “Bom, você pode vim comigo se quiser, também estou indo, me perdi das minhas amigas borboletas”. Wood senti-se surpreso. “Posso ir mesmo, não vou lhe atrapalhar”. “Claro que não, fazemos companhia um para o outro”. “Legal, então vamos!”. “Então venha, estou seguindo um caminho diferente: o caminho das flores”. Wood não se importava, queria chegar logo ao lugar imaginário. Poderia demorar um pouco, até porque Wood estava acompanhado de uma linda borboleta, uma beleza incomparável. Linda são as borboletas, com suas cores, suavidades, movimentos e seu brilho diante das flores. Durante o caminho a borboleta do amor e o pequeno Wood pegavam alguns frutos e conversavam. Falavam sobre amor, diferenças, sonhos... sobre a vida. Uma viagem divertida. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uma viagem que as crianças fazem e que os adultos não entendem. Afinal, o mundo delas é diferente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TLN30glCdjI/AAAAAAAAAns/1jz6CVLglh4/s1600/Sem+T%C3%ADtulo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 225px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TLN30glCdjI/AAAAAAAAAns/1jz6CVLglh4/s320/Sem+T%C3%ADtulo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526892911695918642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;p style="text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;PEACE (PAZ) anunciava uma imensa faixa pendura na árvore. Ao se aproximar do mundo imaginário, Wood sentia-se bem-aventurado, uma energia dentro de si. Energia interrompida por um soldado gafanhoto que buscava jovens recrutas para lutarem pelo seu país. “Aonde pensa que está indo pobre pássaro”, perguntou o soldado gafanhoto, “temos trabalho a fazer. O governo não ficará nada feliz de saber que um pássaro fracote deixará sua honrar para se juntar aos negros, as mulheres, a essa tal de democracia e liberdade”. Wood estava assustado, não entendia aquele soldado gafanhoto. ”Não quero ter honrar”, disse Wood, “quero apenas viver, sentir amor, a natureza e aprender a voar”. O soldado gafanhoto percebeu que Wood era forte de coração e deixou-o ir embora. O mundo imaginário agora era totalmente de Wood. As emoções, a música, as pessoas, as cores, o vento. Era tudo diferente, era tudo estranho. Wood se encontrou com a natureza e com o som que vinha dos solos de guitarra. Wood estava muito feliz, mas faltava alguma coisa que nunca conseguiu realizar. Voar parecia uma coisa impossível para um pássaro sem asas, mas naquele momento Wood encontrou o que jamais havia visto antes: sua liberdade. Agora Wood tinha asas. Tinha o mundo psicodélico que amava. Wood que nunca tinha voado, voou pela primeira vez. Voou tão alto, mais tão alto, que percebeu que sua mãe estava perto e sentiu seu abraço. Wood voltou a ser a criança que voava com as asas de sua mãe.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TLN4dhScfRI/AAAAAAAAAn0/_VYo0oKNN20/s1600/COLOURlovers.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 211px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TLN4dhScfRI/AAAAAAAAAn0/_VYo0oKNN20/s320/COLOURlovers.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526893616261004562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4047328110715245966?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4047328110715245966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4047328110715245966' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4047328110715245966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4047328110715245966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/10/wood-o-passaro-que-nao-voava.html' title='Wood, o pássaro que não voava'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TLN3d91eo9I/AAAAAAAAAnk/pypoG9WPXck/s72-c/cogumelo+c%C3%B3pia+c%C3%B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1643066317160831449</id><published>2010-10-07T11:53:00.003-03:00</published><updated>2010-10-07T16:07:14.004-03:00</updated><title type='text'>Flores Marginalizadas</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Para as mulheres&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria escrever no corpo das lindas flores que me cegam&lt;br /&gt;Sentir seu perfume e ter orgasmo até ficar seco.&lt;br /&gt;Então,  cobrirei de beijos as pétalas e sua cor viva me trarar uma vontade  banal,&lt;br /&gt;Para recomeçar o processo novamente:&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;  escrever-sentir-gozar-beijar&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1643066317160831449?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1643066317160831449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1643066317160831449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1643066317160831449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1643066317160831449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/10/flores-marginalizadas.html' title='Flores Marginalizadas'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5874844419889865284</id><published>2010-10-04T17:28:00.000-03:00</published><updated>2010-10-04T17:29:51.477-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sanguesuga da mente que rodeia as idéias. Céu branco e uma linda branca  passando. Tempo. Sinal verde, amarelo, vermelho, luzes vermelhas...  passos. Um ponto verde caminhando e os olhos observando-o. Abunda  passou. Abunda. Vozes soltas, sol raiando, mangueira impatando. Uma  tarde, no ar, nos prédios.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5874844419889865284?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5874844419889865284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5874844419889865284' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5874844419889865284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5874844419889865284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/10/sanguesuga-da-mente-que-rodeia-as.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-2644280199932489670</id><published>2010-09-29T15:22:00.009-03:00</published><updated>2010-09-29T17:25:40.477-03:00</updated><title type='text'>Palavras Soltas</title><content type='html'>Minha linda      &lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 80pt;" class="MsoNormal"&gt;                    Sistema&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Poesias rasgadas       &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 500pt;" class="MsoNormal"&gt;    Passarinhos&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 70pt;" class="MsoNormal"&gt;Noites nos bares: noites perdidas&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 50pt;" class="MsoNormal"&gt;Poemas banais        *_*sozinhos       insanos                     passageiros...&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 50pt;" class="MsoNormal"&gt;*..12345........&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 100pt;" class="MsoNormal"&gt;Frio    solidão                 palavras desenhadas :) :(&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 30pt;" class="MsoNormal"&gt;Livros jogados                    bebidas                                   luz negra&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 200pt;" class="MsoNormal"&gt;AH AH AH!!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 150pt;" class="MsoNormal"&gt;Pensamentos, delírios, você (='.'=)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 80pt;" class="MsoNormal"&gt;escrevi uma coisa&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Medo             alucinações         música                 gritos&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 180pt;" class="MsoNormal"&gt;Achava que você não existia amor platônico?!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Imaginações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/////s2*===*&lt;br /&gt;@  _)(_   '''''#&lt;br /&gt;.....&gt;&lt;.....   #  &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Era pra ser uma história, apenas uma história&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;Não (NO), Sim (YES), Eu acho (I?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 1000pt;" class="MsoNormal"&gt;Acho acho um fim um final de tudo (?)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-2644280199932489670?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/2644280199932489670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=2644280199932489670' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2644280199932489670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2644280199932489670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/09/palavras-soltas.html' title='Palavras Soltas'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-9043993740476394637</id><published>2010-08-24T16:43:00.013-03:00</published><updated>2010-09-22T15:59:21.232-03:00</updated><title type='text'>Redoma de vidro</title><content type='html'>"Tão estranho carregar uma vida inteira no corpo, e ninguém suspeitar dos traumas, das quedas, dos medos, dos choros." - Caio Fernando Abreu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seco.Vazio. Ausente. Silêncio. Partidas. Vozes. Alucinações. Pensamentos. Palavras.&lt;br /&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Isto foi o que sobrou depois que percebi que tudo não passava de uma ilusão. Tudo tinha seu tempo. As horas eram compridas e a leveza do ar parecia está dentro de mim. Escolho entre tantas palavras uma forma de decifrar o que acontece durante as noites, quando as luzes se apagam. Sufoco-me com o travesseiro, contado os segundos que deixam esse ar (que percorre por todo mundo) ficar preso dentro de mim, para que eu sinta como é estar livre. Mas isso não acontece. Acabo ficando sem fôlego e me engano novamente. Acho que quando Caio Fernando Abreu escreveu “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso” decifrou exatamente o que sentimos quando nos ausentamos do mundo, das pessoas e de nossa personalidade. De quando temos que nos ausentar da palavra “amor” para recompor nossos sentimos e ter forças novamente para continuar vagando nessa palavra. SsSsSsSsSsSsSsSs... Ouço o som do vento que entra pela janela e, sem que eu permita, se alojar no vazio do quarto para me acompanhar. Trocamos imaginações para que o sorriso passageiro apareça. Um breve sentimento de descanso me envolve antes de ir embora. A magia do meu inconsciente. E quando passa, fico pelo chão desse quarto sobre o silêncio, ausência, ficção, medo e uma ‘luz negra’. Essa luz negra que me mostra miragens de uma solidão. A luz negra da canção de Nara Leão que me acolhe na melodia. Pareço estar sonhado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height: 150%; text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Sinto o peso do meu corpo esticado no chão gelado desse quarto. Solidão. Não queria expressar essa palavra enquanto desenvolvo alucinações. Ela está presente em cada indivíduo sonhador. Procuro me ater nas palavras de solidão deixadas pelos tristes humanos que caminharam sobre a terra. Nietzshe sentia um grande amor dentro de si quando se alojava e mantinha sua mente em contato com o silêncio. Ele particularmente não tinha vida, era um filósofo amargurado que escrevia para se recompor de suas dores existenciais. Esse talvez seja o medo das pessoas que procuram a palavra “F”. Parece que as lágrimas escorrem de um amor platônico e caem lentamente sobre as páginas dos livros de poesias banais. A respiração intensa deixa os membros superiores exausto de produzirem palavras marginalizadas. Agora Fyodor Dostoyevskiy interage com esses olhos de insônia. Grande parte de suas imaginações eram referente aos outros que encontravam abrigo num isolamento. “As crianças são assustadas e infelizes, mas conseguem caminhar sem medo”. O tempo está se alongando-esgotando-parando. Logo terei que me ausentar das melodias, das letras, e me abrigar em outros ambientes repletos de ilusões. Quero me embriagar de álcool para me misturar aos demais, sentir a fumaça e estabelecer o contato com as bocas de pecados proibidos. Te procurar no caminho que me deixasses sozinho. Viajando nas poesias banais, nas lágrimas e dores profundas e sentir-me: Seco.Vazio. Ausente. Silêncio. Partidas. Vozes. Alucinações. Pensamentos. Palavras. E encontrar minha redoma de vidro. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12px;" &gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12px;" &gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12px;" &gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12px;" &gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 80pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12px;" &gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12px;" &gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12px;" &gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12px;" &gt;&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nrZWHHRgjQY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nrZWHHRgjQY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-9043993740476394637?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/9043993740476394637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=9043993740476394637' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/9043993740476394637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/9043993740476394637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/08/seco.html' title='Redoma de vidro'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1341093011521003672</id><published>2010-07-15T10:24:00.006-03:00</published><updated>2010-07-17T18:29:35.164-03:00</updated><title type='text'>Sobre o amor platônico - Capítulo VI</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Emanuel:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;p style="TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Olho para os olhos lindos de Suzane, e para a beleza de sua cor. Seus cabelos cacheados e seu rosto suave. A multidão ao redor parecia não existir. Estou tonto e com algo preso na garganta. Sinto socos no estômago e vozes na minha imaginação. Parece que tudo está sumindo.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Como explicar para Suzane sobre o meu amor platônico. Isso era uma coisa impossível que só existia em meus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Então foi ai que percebi.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Tudo o que eu sentia por ela era real, de amor platônico não tinha nada. Era verdade, eu criara, alimentara, e a tinha agora. Acho que não suportei o fato de tê-la somente na minha imaginação: o lugar onde ela sempre esteve tão bem, perfeitamente tão bem. Em que eu nunca iria perde. Meus olhos pesam, minha imaginação rodeia, fecho os olhos e imagino. Que droga era essa, que só conseguimos manter em nosso pensamento?!&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Era ela mesma. Suzane: meu amor platônico. Que me acompanhou pelos meus pensamentos desde a infância. Que esteve nas páginas do meu livro, nas minhas palavras, nos meus sonhos, pelos cantos solitários, pelos ares da minha imaginação. Caminho, caminho, caminho e paro. Eu a encontrei.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Acordo. À boca com salivas secas, minha cabeça latejando e minha visão embaçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;“Fico viajando durante horas, dias e noites, lutando contra meus pensamentos. Perco-me nos meus sonhos. Estou com uma forte dor de cabeça, um grande enjôo. Saio vomitando pelo chão que não existe, encosto-me na parede e permaneço estável. Olho para sua imagem que está no céu, e me sinto fraco. Meu medo era ter esse sentimento de agonia, e acabar sozinho. Agora meus pensamentos são vagos, não tenho vida, não tenho vontades. Mentiras vividas perfeitamente. Palavras suspiradas e lançadas ao vento. A coisa mais bonita foi imaginar seu corpo que se desintegrou nos segundos imaginado. Minha heroína romântica acabou, levou minhas idéias. Estou em silêncio. Carrego minha própria dor em momentos de desespero. Antes era alegre, leve, calmo... Perfeito. Nunca quis te imaginar, apenas te ter. Sonhos breves, longos e insuportáveis. Sinto frio, calor, medo, vergonha, felicidade, esperança, o tempo, sinto a falta... sinto a falta. Sinto a falta do seu corpo, da sua voz, de sonhar, do amor. Tenho preguiça, cansaço. Queria descansar em seus braços. Grande tédio, doce solidão. Poemas escritos, palavras desenhadas, teu corpo miragem. Bebidas que golpeiam a mente para você aparecer. Noites paradas, silenciosas, solitárias. Passos lentos, o som que me sustenta. Não sei se te perdi, se existisse, se era uma ilusão. Meu pensamento fraco, pobre psicodélico. Era o amor platônico que me abraçava, e me fazia viver intensamente a loucura de amar através dos sonhos. Da infância o sorriso eterno na lembrança. Agora sei que basta fechar os olhos e dormir, para te ter para sempre e te amar eternamente. Viver nos meus sonhos e morrer te imaginando.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Suzane:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Um beijo e bons sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,204,204);font-size:100%;" &gt;FIM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;*Para Aryane Oliveira&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1341093011521003672?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1341093011521003672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1341093011521003672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1341093011521003672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1341093011521003672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/07/sobre-o-amor-platonico-capitulo-vi.html' title='Sobre o amor platônico - Capítulo VI'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3492830690553765992</id><published>2010-07-14T11:02:00.003-03:00</published><updated>2010-07-14T11:16:17.249-03:00</updated><title type='text'>Sobre o amor platônico - Capítulo V</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caixa de Entrada&lt;br /&gt;Assunto: (Sem Assunto)&lt;br /&gt;De: Suzane de Souza (suzanesousa@email.com)&lt;br /&gt;Enviada: segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 02:45:50&lt;br /&gt;Para: Emanuel Moraes (emanuelmoraes@email.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querido Emanuel,&lt;br /&gt;Sinto a sua falta. Está tarde da madrugada e não consigo dormir. Já se passou duas semanas desde o nosso primeiro encontro, e percebi que só você preenche uma parte de mim. Quero estar novamente em contato com o calor do seu corpo e ouvir suas palavras ao pé do meu ouvido. Espero te vê logo. Um beijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suzane de Sousa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;____&lt;br /&gt;&lt;p style="text-indent: 20pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Li o email de Suzane logo pela manhã, após ter tomado café. Fiquei pensando se respondia ou se deixava para depois, assim que tivesse uma boa resposta. O problema é que eu também sentia falta dela, e por isso não sabia o que falar. Fiquei com isso em meus pensamentos o resto do dia e mal conseguia fazer minhas atividades na redação do jornal. Tentei comer alguma, mas só conseguir fumar uma carteira de cigarros e tomar três copos de vodka com gelo. Caralho! Aquilo tava me fazendo tão mal assim, que já estava começando a sentir tontura; será que era por causa da vodka? Cheguei em casa e liguei imediatamente o computador. Respondi o email de Suzane, dizendo para nos encontrarmos sexta-feira à noite, num barzinho que ficava no centro da cidade. Fui comer alguma coisa na cozinha e fiquei pensando nela; na sua pele macia, em seus cabelos cacheados, em seu cheiro, e na noite em que dormirmos juntos enquanto sentia sua vagina se contraindo no meu pênis.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Os dias se passaram rápido. Sair atrasado do jornal e peguei o primeiro ônibus que parou para mim. Estava um engarrafamento enorme e eu suando muito. Depois de um tempão, cheguei ao centro e caminhei até o barzinho. Ela estava sentada, com um cigarro entre os dedos e bebendo uma cerveja. Beijei sua mão e sentei de frente para ela.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– Pensei em você desde o momento em que li seu email – eu disse.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– Também pensei em você todos esses dias. Fiquei trancada em casa esse tempo todo, e percebi que só queria você.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– Sabe Suzane, também quero muito você. Mas está acontecendo tudo muito rápido. Bora deixar as coisas rolarem.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– Bora! Quero rolar com você à noite toda e me entregar totalmente – disse Suzane num tom sarcástico.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– Escute Suzane, não é bem assim. Eu estou um pouco confuso, porque não estou mais alimentando o amor platônico que sentia por você. Eu sempre te imaginei, sonhei com você. Agora que está acontecendo, quero ir com calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Suzane:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Mas que filho da puta! Que papo de amor platônico era aquele? Porque os homens sempre dão um ar de coitadinho assim, parece que já nascerão com todo esse sentimentalismo teatral. Se ele não queria continuar tendo nada comigo era só me dizer que acabava. Agora fica filosofando palavras para me enrolar.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Deixei-o ficar falando mais um pouco antes de lhe interromper:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– Que negocio é esse de amor platônico?! – Eu disse furiosa.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– É isso – disse Emanuel. – Te criei em meus pensamentos, te imaginava a todo o momento, e agora que te tenho tão perto, não quero te perde.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Mas que idiota. Ele não percebia que eu também o queria. Que o desejei desde o primeiro momento que lhe vi. Emanuel também era o amor platônico que eu criara nos meus dias solitários no meu quarto, ao som da voz suave de Adriana Calcanhotto, e de inúmeros livros que lia e poesias que escrevia. Pedi mais um copo de chopp para o garçom e olhei para os olhos de Emanuel.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3492830690553765992?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3492830690553765992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3492830690553765992' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3492830690553765992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3492830690553765992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/07/sobre-o-amor-platonico-capitulo-v.html' title='Sobre o amor platônico - Capítulo V'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4718407226564357832</id><published>2010-07-13T10:49:00.001-03:00</published><updated>2010-07-13T10:55:48.277-03:00</updated><title type='text'>Sobre o amor platônico - Capítulo IV</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;p style="text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Sexo, palavra e sentimento: são coisas que nunca se encontram ao mesmo tempo. Num momento você tem uma, no outro tem a outra. É preciso ter certo tipo de jogo para manter os três em sintonia, para que nosso corpo seja entregue totalmente. Foi o que aconteceu. As três coisas se encontraram e o meu corpo se rendeu. Emanuel sobre mim no sofá, sussurrando palavras que eu sentia passar por todo o meu corpo, o movimento de seus lábios tocando ao meu, minha respiração ofegante, sua barba roçando meu rosto, seus braços me apertando, o leve tocar de sua mão no meio seio que fizeram minhas pernas se esticarem, e bater na mesinha no meio da sala que balançou e derrubou a cerveja sobre os livros. Sentia-me entregue para as vontades do meu corpo que acabara de entrar num ritual de troca de desejos, onde eu não tinha controle sobre os movimentos. Emanuel fazia-me caricias pelo rosto e soprava palavras que se perdiam no ar.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– Seu corpo é minha poesia – disse Emanuel. – Me faz ter desejos fortes de escrevê-las, de tocá-las. Quero sentir você como nos meus pensamentos, ouvir seus gritos de paixão para que eu covardemente lhe agrida de amor.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Não conseguia me conter diante das palavras de Emanuel. Cedi meu corpo a ele, num sofá, ao som de Pink Floyd, no momento em que carecia de amor: a palavra forte que causa dor e vontade de senti-la cada vez mais. Era uma entrega de corpos desconhecido em que o sexo fazia o amor platônico torna-se uma mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;@..@''@..@&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Me desperto na cama de Emanuel totalmente nua, enrolada no lençol e um pouco sonolenta. Fico observando aquele quarto enquanto me despreguiço. Um lugar entre quatro paredes em que despejamos nossas impurezas não realizadas diante das pessoas. Sempre é assim: acordo em um lugar estranho, meu corpo pesa, a merda já estar feita, minha vontade realizada numa noite em que eu parecia está só, numa noite fria, na rua, no mundo. Emanuel aparece na porta, me da um bom dia e senta-se na cama passando seus dedos entre meus cabelos. Sorrio para ele e imagino o que havíamos feito durante a noite, foi tão rápido, nem deu tempo de conversarmos direito. Depois quando eu estivesse só, irei ficar me magoando pelos cantos de casa pensando na vadia que sou.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;– Tenho uma coisa pra te mostrar – disse Emanuel.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;O que seria? Emanuel parecia um pouco feliz. Levanto-me da cama, ainda nua e caminho com Emanuel pelo quarto até uma mesa onde estava o computador, com uns livros e uma pilha de papeis em volta. Havia mais livros jogados pelo chão. Ele pegou uma folha que estava dentro da gaveta da mesa e me entregou. “Escrevi isso pra você”, disse Emanuel, “eu sei que não nos conhecemos, mas já sonhei com você várias vezes”. Ele escrevera um poema para mim, enquanto eu caminhava em seus sonhos. Emanuel me abraçou por trás, estava só de cueca e eu nua. Li o poema enquanto ele me abraçava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEVANEIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;Meu corpo o mesmo.&lt;br /&gt;Sua respiração ofegante.&lt;br /&gt;Minha alma sumida,&lt;br /&gt;Sua alma a minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos teus braços, nos teus seios&lt;br /&gt;Minha imaginação se torna real.&lt;br /&gt;O real de um mundo irreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nesse mundo real,&lt;br /&gt;Sua alma some.&lt;br /&gt;Acordo com uma respiração ofegante&lt;br /&gt;E o meu corpo já não é mais o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;Retomo o sono, retorno ao sonho.&lt;br /&gt;Seus braços me acolhem, e descanso.&lt;br /&gt;Sinto seu corpo e seus lábios suáveis tocarem ao meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observo seu rosto e o roço.&lt;br /&gt;Minhas viagens agora são em seus beijos,&lt;br /&gt;Em um lindo ponto num canto aconchegante.&lt;br /&gt;Não quero mais acordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços confortáveis, salivas doces.&lt;br /&gt;Quero permanecer estável em seu corpo.&lt;br /&gt;Quero me contaminar até criar esporo.&lt;br /&gt;Não quero mais acordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonho, beijos, corpos, vontades, palavras.&lt;br /&gt;Meu corpo soa.&lt;br /&gt;Nossos corpos em um sonho soam.&lt;br /&gt;Beijos e palavras escorrem,&lt;br /&gt;E as letras se desfazem nas vontades do meu sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;De longe, te vejo, ilusão.&lt;br /&gt;Meus pensamentos são você,&lt;br /&gt;Meus pensamentos acordados não existem.&lt;br /&gt;Passa todas as noites por ele, por todos os sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha vontade é te ter, meu medo é te perde.&lt;br /&gt;Vens e some, sua alma não existe.&lt;br /&gt;Você é minha imaginação, seus beijos minha lágrima.&lt;br /&gt;Perco-te sempre. Abandone-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partes para o infinito e me deixe.&lt;br /&gt;A calma, o silêncio, o vazio,&lt;br /&gt;As dores que irei sentir são os amores por você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não te tenho, não te guardo, não tenho sonhos.&lt;br /&gt;Quero viver acordado, para não lhe encontrar nunca mais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4718407226564357832?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4718407226564357832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4718407226564357832' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4718407226564357832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4718407226564357832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/07/sexo-palavra-e-sentimento-sao-coisas.html' title='Sobre o amor platônico - Capítulo IV'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7612782710736996526</id><published>2010-07-10T14:30:00.002-03:00</published><updated>2010-07-10T14:36:09.442-03:00</updated><title type='text'>Sobre o amor platônico - Capítulo III</title><content type='html'>&lt;em&gt;Suzane:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Dentro do táxi a caminho do apartamento de Emanuel, fiquei observando-o. Olhava para sua mão que estava sobre a boca, a barba que lhe cobria o rosto, o jeito que ele olhava pela janela do carro e via os prédios desfilarem diante do seu olhar, as luzes lhe atravessando o corpo, o vento forte que batia em seu rosto e faziam seus olhos lagrimarem. Eu estava ao seu lado, num silêncio. Ficava pensando em minhas loucuras, nas atitudes que tomava sem pensar. Um dia eu ia acabar me dando mal de tanta merda que fazia. Como poderia ter aceitado o convite de um estranho; quer dizer... Quase um estranho. Havia visto Emanuel duas vezes: na primeira o vi sentado na livraria, me senti encantada pelo charme dele com os livros ao lado, na segunda vez, ao perceber ele, falei para minha amiga gritar meu nome e me chamar para sairmos de onde estávamos. Mas daquela vez eu não havia feito nada. Estava sentada no trapiche porque estava cheia de tudo e de todos, e queria ficar um tempo sozinha, quando ele apareceu de repente em minha frente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;O táxi parou em frete ao prédio de Emanuel. Descemos do carro e fomos até ao elevador. Subimos em silêncio disfarçando nossos olhares para os cantos. Já dentro do apartamento, Emanuel colocou as chaves sobre a mesa e disse para me sentir a vontade. Caminhei pela sala e me sentei no sofá. “Que beber alguma coisa?”, gritou Emanuel de dentro da cozinha. “Depende. O que tem para beber?”, eu disse. “Tenho refrigerante, cerveja e meia garrafa de uísque”, responde Emanuel. “Quero cerveja”, complementei. Emanuel voltou com duas garrafas de cerveja e me deu uma. Fingir que estava lendo um livro que havia pegado na mesinha no meio da sala, ele acendeu um cigarro e foi até o som. Fiquei olhando para seus ombros e o modo como ele bebia a cerveja. Ele colocou um pouco de Pink Floyd para ficar tocando, voltou e sentou-se ao meu lado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– E então, – disse Emanuel. – Quem é você?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Parei de dar atenção para o livro e olhei para Emanuel. Tentei segurar minha paixão reprimida que sentia por ele.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Sou uma ilusão – eu disse. – A pior de todas as ilusões. – silêncio no ambiente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Não é verdade – respondeu Emanuel.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Porque acha isso? – perguntei.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Bom, – disse Emanuel. – você aqui na minha frente, diante dos meus olhos, é algo muito mais do que uma ilusão. Você é simplesmente: todos os meus sonhos, todas as minhas noites solitárias, as minhas dores, as minhas paixões que se perdem pelos ares.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Naquele instante percebi que eu não era a única que sofria desse mal. Ele me dissera todos seus sentimentos, dores e perdas. Ouvi cada palavra como se fosse uma linda canção, respirei fundo, lágrimas ficaram presas nos meus olhos e minha garganta ficou roca. Passei a desejá-lo ali mesmo. Soprei suavemente pela minha boca o que havia guardado em meus pensamentos:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Não é assim! Essas palavras são minhas. Eu que tenho que dizer isso.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Então diz – disse Emanuel.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Fiquei calada por uns sete segundos. Minha vida toda se passou em sete segundos. Tudo estava me sufocando: o momento, a verdade, os segundos. Tomei um gole da cerveja e apertei a garrafa em minhas mãos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Você. – eu disse. – É todas as letras que eu escrevia nos dias solitários, todas as lágrimas que caiam dos meus olhos antes de dormir, todas as rosas que nunca recebi, e todas as canções que me faziam sorrir.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Pronto! Falei. Avancei na direção do corpo de Emanuel e abracei-o. Ele me apertou em seus braços e me engolia em seus beijos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7612782710736996526?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7612782710736996526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7612782710736996526' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7612782710736996526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7612782710736996526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/07/suzane-dentro-do-taxi-caminho-do.html' title='Sobre o amor platônico - Capítulo III'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7784056780096567990</id><published>2010-07-10T14:23:00.003-03:00</published><updated>2010-07-10T14:30:15.682-03:00</updated><title type='text'>Sobre o amor platônico - Capítulo II</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Há vinte anos, quando tinha nove anos, ficava em frente à televisão assistindo ao desenho do Snoopy. Amava o desenho, meu personagem favorito da turma era o Chalier Brown: um garoto azarento e melancólico que vivia um amor platônico. Desde aquela idade eu já sabia o que era ser frustrado por uma garota. Sempre me apaixonara por uma amiga da escola e ficava pensando nela antes de dormir. De lá pra cá, me entreguei à solidão. Tive alguns relacionamentos que sempre acabavam em amizades. Mas agora ali, parado diante de Suzane, queria acabar de vez com a dor que alimentava o meu coração, a minha mente e os meus dias.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Havia conhecido Suzane numa livraria. Eu estava sentado perto de uma montanha de livros, lendo. Procurava algum livro que me interessasse, quando Suzane se aproximou para me pedir uma informação. Ela imaginava que eu era funcionário da loja:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Desculpe moço, queria saber onde posso pagar isso – disse Suzane segurando um livro na mão. – Poderia me ajudar?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Olhei para ela, para seus cabelos cacheados, para seus olhos castanhos claro, para o corpo todo e para o livro que estava segurando. Não conseguia ver o titulo. Só conseguir notar a fonte da letra e a cor do livro. Era um livro de capa verde com letras preta na frente que formava o nome do livro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Você vai me ajudar ou não? – disse Suzane.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Bom, é logo atrás de você, onde está aquela moça de camisa vermelha – eu disse.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Obrigada!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Suzane caminhou até o caixa enquanto eu ficava observando-a. Pagou o livro, recebeu uma sacola branca e saiu da livraria, saiu pela rua, saiu do meu olhar e se perdeu na multidão. Espontaneamente, fui ao caixa perguntar para a moça qual tinha sido o livro que à última cliente havia comprado: “um romance do escritor Rubem Fonseca”, respondeu à moça do caixa. “Era esse mesmo que eu estava procurando”, eu disse, “Vou levar um!” A moça foi até a estante pegar o livro e voltou ao caixa, passou na maquina do código de barra e colocou numa sacola. Paguei o livro, sair da livraria e caminhei até meu prédio que ficava próximo dali. Era uns dez minutos caminhado, andei tão rápido que cheguei em menos de cinco minutos. Entrei no quarto, e ali permaneci às próximas vinte horas lendo o livro acompanhado de uma latinha de Coca-Cola que degustava aos pouco. Fiquei pensando em Suzane por uns dias até ela sumir aos pouco de meus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Havia se passado duas semanas desde a última vez que pensei em Suzane. Fui junto com um amigo meu para um show de uma banda de rock me distrair um pouco. Havia pouca gente no local e ficamos escorados numa parede próxima ao bar que dava para prestigiar a banda de longe. Eu estava olhando os solinhos psicodélicos que o guitarrista fazia na guitarra quando vi um grupo de amigas dançando feitas loucas na frente do palco. Entre elas estava Suzane, balançando seus cabelos cacheados, abraçando as amigas e pirando ao som frenético da banda. Era a segunda vez que via Suzane, e foi nessa vez que descobri o nome dela. Eu tinha me aproximado do palco, ela estava bem perto com suas amigas, fiquei disfarçando o olhar até que uma das amigas gritou para Suzane: “Suzane, vamos sair daqui!” Ouvi a beleza de seu nome e fiquei paralisado, tenso, sem palavras ao descobrir o nome dela. Fiquei do mesmo jeito que me encontrara agora, naquela noite fria diante de Suzane.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Com o vento tocando-me o rosto, caminhei na direção de Suzane. Estava decidido a conhecê-la naquela noite, e vê o que aconteceria depois – seria um desastre.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Olá – eu disse com o cigarro entre os lábios. – Posso sentar aqui?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Não falo com estranhos – respondeu Suzane.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;A situação se manteve tensa por uns quinze segundos até eu quebrar o silêncio.&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Bom, à noite estar fria... Posso lhe oferecer um cigarro? Que dizer, se você fumar é claro...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Escuta aqui cara! – interrompeu Suzane. – Se você pensa que vai conseguir alguma coisa com essa conversinha, está muito enganado. Em vez de ficar nesse papo furado, porque não toma uma atitude e me convida logo para um lugar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Foi assim: curto e claro. Fiquei pasmo com que acabei de ouvir. Olhei nos olhos de Suzane, e sentir uma atração cada vez maior me subir o corpo. A sensação era forte. Dias de amores platônico resumido em um único momento. Não pensei duas vezes antes de fazer a pergunta:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Que ir para meu apartamento e beber alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7784056780096567990?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7784056780096567990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7784056780096567990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7784056780096567990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7784056780096567990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/07/sobre-o-amor-platonico-capitulo-ii.html' title='Sobre o amor platônico - Capítulo II'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-6344624302908778693</id><published>2010-07-09T11:53:00.005-03:00</published><updated>2010-07-17T18:36:57.174-03:00</updated><title type='text'>Sobre o amor platônico - Capítulo I</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Meu segundo romance. Decidi postar no blog dessa vez. Foi inspirado nos meus amores platônicos (ou no meu amor platônico). Para a menina que me deixava besta só de olha-lá, e sonhando acordado em vê-la sorrindo. As palavras escritas foram feitas através de um sentimento que tive e se perdeu pelo vento. Agora permaneço parado a procura de outro sonho que ocupe a minha imaginação e alimente os meus dias.” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Boa leitura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;______&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Emanuel:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Exatamente às onze horas e quarenta e sete minutos de uma sexta-feira, entrei num bar que ficava no centro da cidade e pedi um uísque duplo com gelo para o garçom. Fiquei observando o ambiente do bar que me parecia confortável: mesas com cadeiras estilo década de trinta, nas paredes, quadros de cantores famosos de jazz e caricaturas dos cantores da MPB; as luzes num tom de amarelo escurecido e a música clássica que chiava numa caixa de som no canto do bar, me faziam-me se sentir bem. O garçom volta com um copo de uísque e põe sobre o balcão; peguei o copo e degustei um gole daquele uísque que me golpeou a cabeça. Estava com um jeito calmo e pensativo naquele bar encantador esquecido pelo mundo. Passei os primeiros trinta minutos sentado com os cotovelos sobre o balcão pensando em minha fudida vida solitária; na redação do jornal em que trabalhava, em meus romances escritos que não me rendiam nada, nas mulheres que nunca se interessavam por mim, e em Suzane: um amor platônico que criei.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Aos vinte e nove anos de idade, eu era mais um ser humano que caminhava pelas terras desse imenso mundo. Jornalista, escritor medíocre, autor de dois romances sem sucesso e acompanhado de uma solidão insistente, percebi que meus dias são os mesmo e que não havia mais nada de interessante na minha vida; a não ser aquele copo de uísque que se desintegrava na minha frente. Deixei um dinheiro sobre o balcão, me levantei e fui ao banheiro. Sair, e caminhei na direção da porta de saída. Ao atravessar a porta me esbarrei sem querer numa moça de cabelos ruivos que usava um vestido preto e calçava um tênis All Star branco, ela me olhou furiosa e me chamou de idiota antes de entrar no bar. Não liguei, pois já estava acostumado com a ignorância do sexo oposto, e seguir caminhado pelas ruas vazias daquela noite fria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Sair caminhando em direção ao nada. Respirava o ar frio que penetra em meus pulmões e sentia-me leve. Como uma noite daquela poderia está tão calada. Parecia que eu era a única pessoa no mundo. Bem... só parecia. Nas calçadas das lojas por onde passava, havia mendigos dormindo tranquilamente. Imaginei-me dormindo ali, junto deles, naquele mármore gelado embrulhado por jornais, parecia tão confortável. A alguns quarteirões dali, passei por um posto de gasolina e entrei na loja de conveniência. Olhei para a câmera de segurança e o adesivo colado ao lado com um desenho idiota de uma carinha sorrindo e a frase: “sorria você estar sendo filmado”. Fui até a geladeira, peguei uma garrafa de cerveja e fui ao caixa. Encarei o atendente: um rapaz magro com o rosto cheio de espinhas que usava um boné com o nome do posto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Dois e noventa, senhor – disse o atendente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Puxei a carteira do bolso e tirei uma nota de dez reais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Deseja mais alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;– Uma carteira de cigarros – respondi.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Peguei o troco, a carteira de cigarros e a cerveja, e sair. Mas antes, dei mais uma olhada para a câmera de segurança.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 20pt; mso-margin-bottom-alt: auto" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-size:12;" &gt;Novamente andando pelas ruas vazias, ouvia o som do vento batendo nas folhas, olhava o céu estrelado, os casarões antigos, os passos que dava entre as linhas da calçada. Sentia um pouco de medo ao caminhar sozinho. De longe, vi um pequeno trapiche que ficava de frente para um imenso mar. Caminhei na direção do trapiche e cheguei perto de uma escadinha. Deixei a garrafa de cerveja vazia encostada no canto e andei sobre a tábua macia daquela ponte. Chegando ao final do trapiche, me escorei num tronco de árvore que parecia ser uma perna-manca, e senti o vento tocar-me o rosto. Puxei um cigarro do bolso e acendi. Admirando o momento, olhava a beleza em minha volta até meu olhar para numa moça sentada no canto. Ela estava com os braços apertados em volta dela, se aquecendo do frio daquela noite. Fiquei paralisado, olhando-a, pois não era apenas uma moça sozinha numa noite fria; era Suzane, meu amor platônico.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-6344624302908778693?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/6344624302908778693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=6344624302908778693' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6344624302908778693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6344624302908778693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/07/sobre-o-amor-platonico-capitulo-i_09.html' title='Sobre o amor platônico - Capítulo I'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-6057861856365443000</id><published>2010-06-24T18:58:00.007-03:00</published><updated>2010-06-24T19:06:21.588-03:00</updated><title type='text'>Dama da noite</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;"Eu tenho um sonho, eu tenho um destino, e se bater o carro e arrebentar a cara toda saindo daqui. continua tudo certo. Fora da roda, montada na minha loucura. Parada pateta ridícula porra-louca solitária venenosa. Pós-tudo, sabe como? Darkérrima, modernésima, puro simulacro. Dá minha jaqueta, boy, que faz um puta frio lá fora e quando chega essa hora da noite eu me desencanto. Viro outra vez aquilo que sou todo dia, fechada sozinha perdida no meu quarto, longe da roda e de tudo: uma criança assustada."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Caio Fernando Abreu&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-6057861856365443000?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/6057861856365443000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=6057861856365443000' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6057861856365443000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6057861856365443000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/06/dama-da-noite.html' title='Dama da noite'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4403693710586283394</id><published>2010-06-18T12:38:00.006-03:00</published><updated>2010-06-24T11:28:00.519-03:00</updated><title type='text'>Ao mestre José Saramago</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TBuVzWBo-iI/AAAAAAAAAls/LaVYNt8GKw8/s1600/jose-saramago1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 230px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484141680572037666" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TBuVzWBo-iI/AAAAAAAAAls/LaVYNt8GKw8/s320/jose-saramago1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;"As palavras que me ganharam. O escritor que silenciou parte da minha imaginação"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4403693710586283394?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4403693710586283394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4403693710586283394' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4403693710586283394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4403693710586283394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/06/as-palavras-que-me-ganharam.html' title='Ao mestre José Saramago'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TBuVzWBo-iI/AAAAAAAAAls/LaVYNt8GKw8/s72-c/jose-saramago1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1176009909276652791</id><published>2010-06-16T17:37:00.007-03:00</published><updated>2011-06-26T13:59:00.354-03:00</updated><title type='text'>Sempre termina assim</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Depois de tentar suicídio três vezes com uma faquinha de manteiga e ter fracassado, decide afogar suas mágoas numa festinha que lhe faça parecer diferente entre tantas pessoas iguais. Blá blá blá pra cá, blá blá blá pra lá, uns copos de tequila, uísque, chopp e um barulho infernal de guitarra distorcida. O dia começa a amanhecer, chega em casa e vai para a cama dormir. Acorda tarde, deprimido com umas olheiras e a boca seca. Água, Coca-Cola e um Melhoral para um corpo preguiçoso. Escuta um pouco de Sigur Rós e dormi novamente. Acorda tarde da noite, com o corpo cansado e sem saco para fazer alguma coisa. Percebe a coincidência. Sempre termina assim... Sozinho. Trancado em um quarto escuro, exausto de um tempo não vivido perfeitamente e olhando para as paredes com um ar de solidão. Umas tentativas de poesias escritas no papel, na parede, e na mão. Suas idéias são poucas e seu pensamento vago. Procura alguma coisa interessante para fazer: Orkut, ninguém no MSN, conversas bestas no bate papo da UOL, e vídeos que assiste sem interesse no youtube. Ah! Uma pessoa simpática no bate papo inicia uma conversa:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;– Olá, tecla de onde? – diz a pessoa desconhecida com o apelido de “carinhosa”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;– De algum lugar (haha) – responde o entediado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Os dois saem da sala e perdem a chance de aprofundarem uma companhia pelo resto da noite.&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Desliga o computador e vai para a cozinha. Come alguma coisa nutritiva para que seu estômago fique farto e pare de roncar. Volta para o quarto e fica tocando um pouco de violão: “plen, plen, plen,” faz o som das cordas do violão. Liga o computador novamente e tenta escrever alguma coisa para postar no blog (que dificilmente alguém ira ler com tanto entusiasmo). Um conto, uma poesia, palavras de conforto, trecho de música, frases de algum famoso? Ah! Qualquer coisa, é só para atualizar. O entediado vai consulta suas influências: Rubem Fonseca, Clarice Lispector, Gabriel Garcia Marquez, Caio Fernando, Charles Bukowsk... Nenhum deles. Acaba postando um parágrafo de oito linhas, com umas palavras de felicidade. “Felicidade! Felicidade! Fe-li-ci-da-de!”. Caralho! Desista. Hoje não foi um bom dia. Cansou e foi dormir. E em seus sonhos se passaram cenas absurdas: “Estava atravessando o sinal, uma moça de cabelos cacheados lhe parou e lhe deu um beijo. Um cachorro de três patas late para um pássaro que está no fio do poste. Uma senhora faz sinal para um taxi, e um garotinho corre atrás do papagaio”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;– Ei moço, acorde. Acho que já está bom de bebida para você. – Disse o garçom. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;– Ãh? Como? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;– Você acabou dormindo ae no balcão. Sempre termina assim para os sozinhos que escolhem essa companhia. Afinal, você leu a terceira linha do texto: “[...] Blá blá blá pra cá, blá blá blá pra lá, uns copos de tequila, uísque, chopp [...]”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 20pt;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Resultado de um dia deprimente, após as festinhas solitárias na noite.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1176009909276652791?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1176009909276652791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1176009909276652791' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1176009909276652791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1176009909276652791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/06/sempre-termina-assim.html' title='Sempre termina assim'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-9033898129648428518</id><published>2010-05-28T13:55:00.007-03:00</published><updated>2011-06-26T14:09:55.717-03:00</updated><title type='text'>O indivíduo que conversou com você sobre fracasso</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 35.45pt;" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Ilusão, medo, palavras, insônia, vontades, romances, delírios, dores, mentiras, fracasso. Uma ilusão que toma conta de sua mente, fazendo seus pensamentos se renderem ao medo de sua personalidade. Você calado num quarto escuro escutando música clássica, sentido o som frenético dos acordes e mais nada. Porque seu corpo senti a solidão? Palavras são surradas em seu ouvido, sua imaginação surta com cada letra, minha boca se movimenta sem que eu faça esforços, meus olhares se perdem na escuridão. As sombras nas paredes são o medo que eu tenho de minha própria personalidade, logo irei me recompor de um sentimento que já deveria estar bem longe. Meu sono se perdeu, a insônia me acompanha nessa hora: hora de escrever, de ouvir, de sussurrar, de imaginar o que se perde na escuridão. Era só mais um dia, não queria sentir nada, não queria me ouvir. Rastejar pelo chão desse quarto, me deitar na cama e adormecer. Meu corpo precisa de descanso, minhas ilusões enrolam palavras, minha boca as sussurram pelos ares fechado desse quarto. Onde estava a sombra, pelos ares, pela parede, chão, palavras, medo, insônia, ilusão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Cadê você que não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Fala. Faça-me companhia, se perde junto comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O medo. É isso que você tem? Cadê seus amores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 35.45pt;" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Meu corpo percorre pelas paredes, sinto você. Para onde vais? E o nosso romance? Em meus braços você já não existe. Forte, forte, forte... Ilusão, medo, vontade, repetição... delírios. Quem é agora, o vento. O vento que percorre por todos os lugares, por todas as partes desse mundo. Infinitos ares de solidão, me perseguindo pelas sombras, pelo som, pelo delírio. Voa longe e trás mais substâncias para alimentar meus dias de dores. Venha, venha, se deite, descanse, a noite é longa, silenciosa, solitária e passageira. Vozes que não saem dos pensamentos, é ela, a voz do medo, da vergonha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 35.45pt;" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Um individuo, um quarto escuro, um som, livros jogados pelo chão, as sombras, as palavras infinitas e a mentira. Você se enjoa de ler isso, o tédio vem e te acompanha pelo resto da noite. Você tem escolhas? Usa tudo para imaginar seu corpo com os dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ai? Silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 35.45pt;" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;Pelos cem anos de solidão, poemas, paixões do GH, artes, Beatles, cults, mecânicas laranjas, deixa de ser transfigurado, figurado, quem disso isso? Você, só, mudo, droga! Parece que a porta está aberta. Só parece, a janela não existe mesmo. Ninguém ouve, esta tudo bem, a merda se torna bonita, e ficar escrevendo entedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tente entender, você já se tornou um fracasso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-9033898129648428518?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/9033898129648428518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=9033898129648428518' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/9033898129648428518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/9033898129648428518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/05/o-individuo-que-conversou-com-voce_4272.html' title='O indivíduo que conversou com você sobre fracasso'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1767677590557394010</id><published>2010-05-18T16:08:00.004-03:00</published><updated>2010-05-18T16:29:03.544-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;__________________&lt;/span&gt;I&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc00;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#00cccc;"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#993399;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ff6600;"&gt;&lt;em&gt;N&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#ffccff;"&gt;E&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;__________________&lt;/span&gt;A palavra que você quiser&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;_&lt;/span&gt;Se concentrando no meio do palco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;______________________________________&lt;/span&gt;O desejo do corpo através do pensamento&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;_____________________________________&lt;/span&gt;A música que ninguém ouviu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;_&lt;/span&gt;Pessoas com o mesmo surto&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;___________________________________________&lt;/span&gt;Querer ser totalmente doido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;_____________&lt;/span&gt;Você escrevendo sem nenhum movimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;__________________________________________&lt;/span&gt;O que anda nas cabeças anda nas bocas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;_________&lt;/span&gt;Bando de nuvens que passam ligeiras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;_______________________&lt;/span&gt;Uma enciclopédia do utópico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Cores de Almodóvar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;_______________________&lt;/span&gt;Menos peixinhos a nadar no mar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Pessoas Mundo Multidão&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1767677590557394010?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1767677590557394010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1767677590557394010' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1767677590557394010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1767677590557394010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/05/i-m-g-i-n-e-palavra-que-voce-quiser-se.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-8548913263047950396</id><published>2010-05-17T15:47:00.000-03:00</published><updated>2010-05-17T15:48:57.594-03:00</updated><title type='text'>Sobre as letras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;      Palavras, frases, letras. Tudo o que sentimos se forma em segundos numa folha em branco. E nossos sentimentos ficam escritos para uma eternidade. Não fuja da beleza dessas letras. Se entregue, abrace-a. Sinta o leve descanso das palavras. Se deixe levar pela eternidade das frases. Busque abrigo na poesia, no romance, no amor. E seja um verdadeiro ser humano que se contaminou por elas, se jogou num profundo abismo e caiu sobre as letras. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-8548913263047950396?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/8548913263047950396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=8548913263047950396' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8548913263047950396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8548913263047950396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/05/sobre-as-letras.html' title='Sobre as letras'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-8583868685953088382</id><published>2010-04-29T16:28:00.004-03:00</published><updated>2011-06-26T14:18:45.230-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A solidão que domina o espaço onde meu corpo se senti cada vez mais ausente. Onde minha mente gira e meus pensamentos escapam. Onde minha respiração recolhe o ar vazio de um espaço calado. Onde o som deixa palavras sussurrarem em meus ouvidos. Isso deixa letras se formarem em meus olhos e serem sopradas suavemente pela minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras escapam, um vazio toma conta. Logo elas voltam e o vazio é ocupado. Os dias são longos, as horas não passam e minha angústia parece uma eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto o medo, a falta, o silêncio... o vazio. Minha imaginação está se ocupando de pensamentos imperfeitos. Meu corpo muda de camadas, observo cada fio de cabelo crescer em qualquer parte. Me sinto fraco, cada vez mais ausente de um imenso mundo onde todos caminham. Preciso de contatos, cantatos... contatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Gostaria de agradecer as poucas pessoas que lêem meu blog. Ultimamente meus posts estão ficando sem nexo e redundantes. Talvez seja porque nossas imaginações sejam diferentes ou o cansaço esteja me ocupando nesses dias. Mas queria que sentisse cada palavra, cada frase. Talvez você possa se identificar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Até breve.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-8583868685953088382?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/8583868685953088382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=8583868685953088382' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8583868685953088382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8583868685953088382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/04/solidao-que-domina-o-espaco-onde-meu.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-2962243542020220754</id><published>2010-04-09T18:24:00.003-03:00</published><updated>2010-04-09T18:33:51.896-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Continuo caminhando em terras perigosas, os dias parecem incontroláveis. Meu peito pesa, meu coração pesa. Tenho sentimentos de apertos e salivas secas que fazem minha boca ficar cada vez mais úmida. Meus olhos perseguem os movimentos, minha respiração senti o momento. A cada gota que cai do céu, percebo que esse tempo há de cair para o passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus pensamentos estão se perdendo, minha solidão já não me satisfaz. Me perco, me encontro. E pareço estar longe ou cada vez mais perto de um futuro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Partes da imaginação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-2962243542020220754?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/2962243542020220754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=2962243542020220754' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2962243542020220754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2962243542020220754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/04/continuo-caminhando-em-terras-perigosas.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1900175758168681031</id><published>2010-01-13T10:45:00.003-03:00</published><updated>2010-01-13T11:08:42.195-03:00</updated><title type='text'>Devaneio</title><content type='html'>Meu corpo o mesmo.&lt;br /&gt;Sua respiração ofegante.&lt;br /&gt;Minha alma sumida,&lt;br /&gt;Sua alma a minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos teus braços, nos teus seios&lt;br /&gt;Minha imaginação se torna real.&lt;br /&gt;O real de um mundo irreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nesse mundo real,&lt;br /&gt;Sua alma some.&lt;br /&gt;Acordo com uma respiração ofegante&lt;br /&gt;E o meu corpo já não é mais o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Delírios das leituras noturnas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1900175758168681031?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1900175758168681031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1900175758168681031' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1900175758168681031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1900175758168681031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2010/01/devaneio.html' title='Devaneio'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-2858989268384438927</id><published>2009-11-10T12:01:00.007-03:00</published><updated>2011-06-26T14:25:52.894-03:00</updated><title type='text'>Veemente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Minhas forças enfraquecem, minha garganta estremece. Faço de tudo para isso parar, mais não consigo para de me afogar.&lt;br /&gt;Seu rosto é uma lembrança viva de uma inquietude que guardo em meus pensamentos. Lembrança que faz fortalecer cada vez mais esse tormento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pareço estar bem longe de um fim que mal posso ver, e essas ilusões que me perseguem são sem dúvida: passageiras. Não posso guardá-las para sempre.&lt;br /&gt;Procuro cada vez mais substâncias para alimentar minha imaginação. Fico me ocupando de pensamentos passageiros e vagos, para não ter que me afogar. Quem eu sou? Da onde eu vim? Pra onde vou?&lt;br /&gt;São ilusões que fazem me manter por um determinado tempo, longe de um sentimento que nunca supriu minhas vontades. E a verdade de tudo isso, será guardada em um pedaço de carne que acelera a cada respiração.&lt;br /&gt;Podendo ser ouvido somente o barulho e mais nada que o guarda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Grandes artifícios da minha imaginação.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-2858989268384438927?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/2858989268384438927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=2858989268384438927' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2858989268384438927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2858989268384438927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/11/veemente.html' title='Veemente'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-8612385258045139141</id><published>2009-10-31T16:30:00.012-03:00</published><updated>2010-03-09T17:15:46.604-03:00</updated><title type='text'>Psicodelia Imaginária - Parte V</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SuyT-VDHftI/AAAAAAAAAbU/HoyavnirkfU/s1600-h/p.o.a+(19).JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398852752321773266" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SuyT-VDHftI/AAAAAAAAAbU/HoyavnirkfU/s320/p.o.a+(19).JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Respostas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Somente sozinho, sem nenhuma companhia que lhe favorecesse conforto, acaba sentido aperto de um desprezo ótimo, com qual nunca tinha estabelecido contato algum. Bastante ausente de qualquer indivíduo, percebe que a anti-sociabilidade é a coisa mais agradável para o ser humano. Pois possibilita grandes formas de pensar, e faz com que a inteligência cresça no pequeno espaço entre quatro paredes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A solidão, as paredes, o tempo preguiçoso, a respiração profunda e silenciosa junto com o som que mantêm essa sintonia, lhe faz parecer à melhor forma para que qualquer ser continue caminhando em terras perigosas. Mas se sentido seguro a cada decisão e fazendo com que isso não se tornasse um modo de vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Às vezes estar só causa remorso com sigo mesmo, se culpando de grandes acontecimentos no imenso universo. Algum contato com qualquer ser desconstrói toda e qualquer forma de pensamento por qual passou em momentos em que esteve sozinho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agora sua imaginação se sente abandonada, livre de qualquer pensamento que lhe fizesse ser uma pessoa medíocre. Sua sobreposição estava começando a estruturar novos caminhos para sua nova perspectiva de vida. Logo se encontraria fora desse labirinto que o aprisionava, e os poucos pensamentos que lhe restavam logo iriam sumir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os últimos seres com qual teve convívio eram deletados, e a interação com os seres humanos nunca mais ia lhe ser grata. E a sua relação com o mundo já mais seria a mesma. Até que em uma fração de segundo tudo paralisou, e por um breve momento tudo voltou a ser como antes. Tudo estava sumindo aos poucos, mas o processo interrompeu por causa de um sentimento que leva qualquer ser humano a se autodestruir. As heroínas românticas. Um amor pelo qual passou, fez com que sua imaginação percebesse que tinha que consertar o que havia feito. Era difícil, mas tinha que conseguir. Afinal, temos que continuar caminhando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todo esse processo é muito confuso. Ninguém sabe explicar por que inúmeras coisas acontecem todo o tempo. São fatos que fazem as parábolas de interrogações, amores infantis, heroínas românticas, desejos secretos, sonhos de consumo, tentativas de suicídio, vontades próprias, ilusão caótica, mentes abertas, blasfêmia; jamais sejam explicadas. O motivo que leva a nos relacionarmos pode ter inúmeras respostas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Pobre indivíduo. Nessa fase não podemos controlar nossas imaginações, e nos perdemos para tentarmos encontrar o caminho de voltar. Os momentos são poucos para suprir as inúmeras vontades. Os sentimentos uma passagem. O mundo bastante grande para uma solidão. As vontades recíprocas. É muito difícil saber o que nos espera do outro lado. E enquanto ao blog. Espero ter forças e idéias para continuar escrevendo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-8612385258045139141?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/8612385258045139141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=8612385258045139141' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8612385258045139141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8612385258045139141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/10/psicodelia-imaginaria-parte-v.html' title='Psicodelia Imaginária - Parte V'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SuyT-VDHftI/AAAAAAAAAbU/HoyavnirkfU/s72-c/p.o.a+(19).JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-998963970731053690</id><published>2009-10-31T16:19:00.002-03:00</published><updated>2009-11-16T17:42:10.202-03:00</updated><title type='text'>Psicodelia Imaginária - Parte IV</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Outsider&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma sensação estranha. O suor lhe molha o rosto, seus olhos mal conseguem ficar abertos, sua barba estar por fazer. Percebe-se que sua face não estar muito boa. Suas mãos geladas tremem suas pernas mal conseguem ficar parada. Sua respiração acelerada faz com que o “ócio” lhe abrace como um grande amigo. O seu corpo entra em êxtase. O indivíduo nada faz, pois sabe que isso faz parte do processo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa merda de angústia tomou conta da situação. Logo irá saber lhe dar com ela, usando vários estratagemas para manter a calma. Nessa fase, é difícil controlar as idéias que se passam pela imaginação. Passo a passo o indivíduo vai caminhando pra se ver livre desse tormento em que entrou. Certamente as coisas nunca dão certo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O indivíduo procura soluções que sempre dão erradas. Como se pode seguir em linhas retas, se o ócio lhe faz companhia, e não existe nenhuma vontade dentro desse corpo parado. A situação estar piorando, não consegue mais ser o mesmo. As idéias ridículas são muitas: &lt;em&gt;“Talvez à de ganhar bastante dinheiro, ou melhor, sentir bastante excitação com outros corpos. Quem sabe até mesmo se suicidar”.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bom, acho que seria uma boa escolha para acabar com esse corpo que já não lhe rende muita coisa. As alucinações lhe remetem a reflexões, e aos poucos vai percebendo o esquema do jogo. E para se manter nesse labirinto, chega a uma razão. Terá que usar da convivialidade para extinguir a relação com outros pensamentos. São estratégias perigosas para qualquer ser humano, isso pode modificar o elo com o mundo. Mas isso não lhe interessa. O bom tempo que estar perdendo nesse buraco pútrido, lhe mostra que tudo não passa de uma ilusão. A utopia que criou, transformasse em realidade. Leva à serio cada pensamento quimérico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-998963970731053690?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/998963970731053690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=998963970731053690' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/998963970731053690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/998963970731053690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/10/psicodelia-imaginaria-parte-iv.html' title='Psicodelia Imaginária - Parte IV'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1473563995384257362</id><published>2009-10-15T17:47:00.002-03:00</published><updated>2009-10-31T16:18:55.213-03:00</updated><title type='text'>Psicodelia Imaginária - Parte III</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Ociosidade&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então é isso. Seguir sem ser notado por todos. Fazer uma retrospectiva, moldar acontecimentos e imaginar fatos que possam mudar tudo o que passou? Trocar de personalidade para se estabelecer em um novo contexto social, sem se preocupar com o que passou nos últimos momentos antes de vim parar aqui nesse labirinto? Esse jogo estar ficando cada vez mais interessante. Olhe para dentro e siga ordenadamente cada regra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O indivíduo via seu passado como uma sentença. As vontades que faziam ele ser um prisioneiro e escondessem todos os seus medos eram revelados. Os momentos de pura alegria que encontrava em cada ser invisível (ser humano), as pessoas que se distanciavam nos seus momentos de solidão eram lhe mostrado. Enfim, era hora da verdade. O indivíduo pensava que somente sua “cama” sabia de tudo. Pois era a o único lugar em que encontrava conforto e confiança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O lugar que recebeu o nome de “A cama que sabia tudo”. Ela via suas tristezas, frases, amores, idéias, vontades, e seu crescimento. O lugar em que crescemos sonhando. Agora o tempo estar realmente parado, as respostas de sua realidade eram reveladas em parte. O entendimento desse caótico mundo, o seguimento das massas populares e todas as ilusões que temos durante os nossos movimentos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Começaria ali uma nova caminhada para a vida ou para a morte. O interessante desse jogo era saber que tudo era lhe mostrado, mas não de graça. Tudo tem seu preço. O indivíduo começava a ter novos rumos, mas tinha que deixar todas as suas vontades. Isso estava ficando difícil, parecia loucura da sua própria imaginação. Como isso podia acontecer, pois nenhum ser humano vive sem algo que seja apegado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E suas vontades, seu convívio com as pessoas, a liberdade, seus amores, desejos de sexo, e tudo que mantém um homem a interagir com a sociedade, como ficariam? Isso é loucura, um sonho, sadomasoquismo ou o que? Agora ele tem uma companhia verdadeira para continuar procurando a saída desse labirinto, uma companhia que verdadeiramente nos transforma e estragada as vontades que temos. Sras. e Srs. Leitores, eis a companhia, o “ÓCIO”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1473563995384257362?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1473563995384257362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1473563995384257362' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1473563995384257362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1473563995384257362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/10/psicodelia-imaginaria-parte-iii.html' title='Psicodelia Imaginária - Parte III'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-6970230311111829464</id><published>2009-10-08T19:55:00.004-03:00</published><updated>2009-10-08T20:16:44.307-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt;Um ser que senti-se estragado por todas as vontades.&lt;br /&gt;Onde a paciência se esgotou, como a de qualquer outro.&lt;br /&gt;Sedentarismo, hiperatividade, ócio, qualquer porra desagradável...&lt;br /&gt;Procuro soluções para curar-me dessa merda que me sustenta.&lt;br /&gt;Ilusões, insanidade, existência, medo, humanidade?&lt;br /&gt;Que coisas são essas que me fazem andar em terras perigosas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginação, Espelhamento, e cada coisa em seu devido lugar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-6970230311111829464?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/6970230311111829464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=6970230311111829464' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6970230311111829464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6970230311111829464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/10/um-ser-que-senti-se-estragado-por-todas.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-142692881104953354</id><published>2009-06-24T11:05:00.000-03:00</published><updated>2009-06-24T11:07:28.670-03:00</updated><title type='text'>Pobre Indivíduo</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C04%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt; 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Não tem mais vontade de si mesmo. Agora mas do que nunca, costuma ficar observando as letras que vão se formando na tela do monitor, enquanto digita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Um pequeno som é emitido de longe, parecia uma batida de porta; só parecia. As ilusões estão ficando cada vez mais intensas de novo. Observa fixamente o botão do volume da caixa de som do seu computador, e abaixa lentamente. Levando a música Ninth Symphony de Ludwig van Beethoven fica mais silenciosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Agora o silêncio toma conta do ambiente. O som emitido de longe parecia ter parado, causando um grande alivio no indivíduo, que se manteve assustado por algum tempo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Aumenta o volume suavemente, o barulho da música faz sua mente viajar a cada nota produzida pelos instrumentos, com um som frenético dos acordes. O indivíduo cria ilusões para se manter em sintonia com o som no seu ambiente.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Parecia tudo normal dentro do seu pequeno universo, e o seu corpo estava relaxado novamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;No momento que se segue, deixa de dar ouvido ao som da música, e passa a escutar uma voz que se segue pelo corredor da sua casa. Levanta-se assustado e caminha até a porta, para ver se havia algum familiar lhe chamando. Percebe que todos tinham saído, e não havia ninguém na casa além dele mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Em cada passo que dava até o portão de saída da frente, a voz sumia. Estava ficando apavorado, e sua paranóia crescia a cada momento. Dessa vez a voz estar dentro do quarto, se entrelaçando com a música de Beethoven. Parti correndo até o quarto para entender aquela confusão, e se depara com ele mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Sua própria imagem que lhe olha fixamente nos olhos, e articula cada parte do corpo. Com isso tudo, o indivíduo não consegue entender, não consegue entender a si próprio. E essa verdadeira confusão que criou e para se deparar com seu ego. Seu verdadeiro personagem que se manteve distante por toda a vida, e nunca fez questão de buscar sua própria pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Onde estou eu agora?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-142692881104953354?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/142692881104953354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=142692881104953354' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/142692881104953354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/142692881104953354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/06/pobre-individuo_1570.html' title='Pobre Indivíduo'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5274899677109808159</id><published>2009-05-08T18:48:00.003-03:00</published><updated>2010-03-09T17:01:49.807-03:00</updated><title type='text'>Sobre um sonho, imaginação e realidade</title><content type='html'>Nunca tive visões que mudasse meu modo de interpreta meu cotidiano. Mudo conforme as variação dos dias. Me sentindo preso ao meu corpo, à minha imaginação e ao mundo que reflete a minha rotina. Os dias, as pessoas, as coisas em seu devido lugar, nunca conseguirei entender o que me parece ser frágil, o espalhamento das coisas. Vivo dia após dia tentando procurar razões que me faça refletir sobres as transformações da realidade. Conforme as minhas idéias, procuro encontrar respostas que levam esses motivos a serem esquecido; caminho em direção as ilusões cheias de fantasias, onde a realidade se encontra em constantes transformações.&lt;br /&gt;E aos indivíduos que se encontram nela?&amp;shy;&lt;br /&gt;Nunca saberão as mudanças deles conforme a mudança do mundo, ‘nem eu mesmo sei’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminho num circulo onde os dias são os mesmo, mas as vontades são diferentes. Nos tornamos seres comuns a parti do momento em que entendemos as coisas, e indiferente a parti do momento como às interpretamos. Minhas imaginações seguem em linhas onde percorrem o medo, a angústia, a incerteza, a felicidade, o romance, o abstrato; as mudanças constantes que fazem eu permanece ao meio de uma incrível utopia. Essas mesmas imaginações fazem me lembrar da realidade que vivencio durante o meu cotidiano, realidade que faz lembrar de que as coisas são fatos, e que esses fatos são segmentos que fazem a realidade funcionarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a esse caos todo, posso imaginar que a realidade é apenas um dos motivos para se criar uma história, baseando-se nos acontecimentos imposto no cotidiano. Que fazem os dias serem os mesmo, os indivíduos permanecerem quietos, as mudanças esquecidas, o novo a ser velho, o barulho ser silêncio, os sentimentos passageiros, e o vivo a se mover sobre um sonho, a imaginação e a realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5274899677109808159?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5274899677109808159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5274899677109808159' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5274899677109808159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5274899677109808159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/05/um-sonho-imaginacao-e-realidade.html' title='Sobre um sonho, imaginação e realidade'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7545764204980871598</id><published>2009-02-25T02:30:00.002-03:00</published><updated>2009-05-08T18:48:38.330-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ahh, um Tempo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7545764204980871598?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7545764204980871598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7545764204980871598' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7545764204980871598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7545764204980871598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/02/ahh-um-tempo.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5046706702855856802</id><published>2009-02-25T01:59:00.002-03:00</published><updated>2010-09-22T13:30:55.270-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TJovLnpNywI/AAAAAAAAAnU/yz_uk1GxSNQ/s1600/novo.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 217px; height: 232px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TJovLnpNywI/AAAAAAAAAnU/yz_uk1GxSNQ/s320/novo.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519776169962883842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/S-wZeq841SI/AAAAAAAAAhk/lAtWm4hNz5E/s1600/gras.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;        [Silêncio]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5046706702855856802?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5046706702855856802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5046706702855856802' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5046706702855856802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5046706702855856802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/02/silencio.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/TJovLnpNywI/AAAAAAAAAnU/yz_uk1GxSNQ/s72-c/novo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4716364161601240370</id><published>2009-02-15T03:03:00.004-03:00</published><updated>2009-10-31T16:12:18.877-03:00</updated><title type='text'>Psicodelia Imaginária - Parte II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Personalidades&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Sentindo a extremidade de um tempo vivido aperta em suas lembranças, se sufocando em pensamentos enriquecido de devaneio, suas ilusões vão submetendo-se a uma dupla personalidade. Elevando cada vez mais os sentimentos. Suas faces ocultas já não lhe rendem mais nada, apesar de rótulos que lhe desmascaram e faz de si um ser medíocre. Sua escolha é somente interagir com seres de uma categoria ignorante, que se estende na realidade durante seu cotidiano, não tendo conhecimento de si. Sendo marionetizado por uma geração modernizada, onde cada ser pensa igualmente a fim de ser destacar em seu convívio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Passa cada segundo como se fosse importante, se traindo e aprisionando-se nesse mundo onde idéias fracas tomam conta e entorpecem cada vez mais a memória dos que ainda se dizem os sabidões, os atualizados de assuntos desinteressantes para uma vida. Isso faz com que se sinta à vontade no seu grupo, assegurando-se da certeza de sua felicidade instantânea e imaginado situações de uma mídia hipócrita que diz que á essência do ar “são as coisas materialistas”, desse sofisticado planeta que estar num canto qualquer do universo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Anda na rua como se fosse diferente (mas estar tudo banalizado). Em casa é apenas um membro da família (sem vontades de assumir a tradição). Na escola um aluno como os outros (mas querendo se destacar como a diversão da “galera”). Fazia de tudo para se adaptar. Isso lhe distraia e fazia esqueçer de um amplo mundo de realidades diferentes. Era uma espécie de “microcosmo”, onde a meta era se protege. E segurança se obtém andando em grupos (os dos populares, dos inteligentes, dos rebeldes, enfim...). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          Certamente isso definia menos pelo o que era, do que por quem estava sentado ao seu lado. Suas ilusões eram voltadas a uma mediocridade que se igualava a de todos. Nunca se manifestando em querer mudar, mas mudando conforme a mudanças dos outros. A grande burrice crescia conforme as adaptações no grupo, diminuindo sua percepção de ver como as coisas eram estúpidas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          Eram amizades demais, festas que nunca acabavam moda do momento, bebidas, cigarros, uma alienação que persistia mais e mais em sua imaginação. Estava trancafiado entre duas pontas, que a ridicularidade rodeava sua personalidade aponto de se manter bem superficialmente e tendo suas conversas sem importância com os próximos. A idiotice caminhava ao seu lado em busca de conhecimentos fracos, desinteressante, e com uma característica do “chaves” isso, isso, isso... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até onde chegara suas ilusões.&lt;br /&gt;Ser alienado, como se fosse um sonho bom.&lt;br /&gt;A moda como se fosse um modo de ser.&lt;br /&gt;As festas como um lugar de se viver.&lt;br /&gt;Bebidas, cigarros como uma necessidade.&lt;br /&gt;E aumentando mais sua futilidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          As cadeias de sua imaginação arrebentavam, parecia uma grande bolha estourando. Vivenciava a melhor parte de sua vida, a “mediocridade”. Não tendo caráter, autocrítica, e sensibilidade em escolher fatos que diminuísse sua idiotice. A escolha era marcada pelo grupo, sua alternativa era participar. Ignorava outros como se estivesse certo, mantinha seus deveres em ordem, mas nunca deixando sua máscara. Adaptavam-se nos ambientes em que o som, as pessoas, o estilo e a completa falta de valorização o deixavam mais cego. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          Não compreendendo a falta de visão entres os clichês e elevando mais sua capacidade de intolerância no amplo mundo em que vive. Se mantendo adequado numa sociedade sem conhecimentos das coisas e verdadeiros consumistas de produtos não-ideológicos. Se entregando para o labirinto que o aprisionava, tendo suas crises constantes e mantendo sempre personalidades que o fizesse ser sempre o incomparável. Ali ele encontrava sempre entorpecência que mantinha suas ilusões caóticas; pois não era o único e o aliviava em saber que não estava só nesse labirinto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Um grande idiota que vive numa sociedade de modas constantes, onde mentes abertas se deixam ser influenciadas a qualquer preço. Se submetendo ao fracasso das amizades e a felicidade falsa. Não querendo ter seu mundo particular e usufruindo das coisas. Isso enjoa, faz nos sentir um lixo, aperta nossa mente e nos ridiculariza a ponto de não notarmos a incrível falta do caráter critico. Vermes que nos rodeiam e fazem nos basearmos em suas constantes personalidades. Uma forma para mantermos o sorriso colocado no rosto, os abraços, e todas as generalizações que acontece num circulo. Verdadeiramente ele se encontra no centro. E vai se constituindo para um melhor desempenho de suas farsas no convívio de gentes estúpidas. “Um grande babaca”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Não é uma crítica, apenas uma forma de ver os fatos, um ser que se encontra dentro de um labirinto tentando encontrar a saída, mas passa por uma série de transformação que vivenciamos sem notar. É difícil enxergar essas parábolas que nos rodeiam sem questionarmos nossas realidades; à verdade é que esse mundo é bem louco e deixamos de ter nossa própria psicodélica imaginária.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4716364161601240370?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4716364161601240370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4716364161601240370' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4716364161601240370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4716364161601240370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/02/psicodelia-imaginaria-parte-ii.html' title='Psicodelia Imaginária - Parte II'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3433009331181621707</id><published>2009-01-24T04:14:00.002-03:00</published><updated>2009-10-31T15:58:11.927-03:00</updated><title type='text'>Psicodelia Imaginária - Capitulo 1 - Parte I</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nostalgia   &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;       Ter vivido num tempo onde a causa máxima era saber de onde vinha o seu sustento. Saber como o alegrar vinha de todos os lados e as sensações eram sempre de estar em boa companhia. Nunca adquirindo ou entregando uma tristeza, se fazendo de anônimo para aparentasse numa ocasião repleta de máscaras. Infantilizando cada vez mais à situação, para que sua mente adquirisse informações e intensificasse o seu estar numa entorpecência de atitudes menos inteligível.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;       O imbecil continua caminhado. Logo se encontrará num labirinto onde as saídas são fantasias a qual tem vivido. Isso se torna um grande caos. Percorre numa parábola de interrogações, amores infantis, heroinas românticas, desejos secretos, sonhos de consumo, tentativas de suicídio, vontades próprias, ilusão caótica, mentes abertas, blasfêmia, obcecação e idéias ridicularizadas por marionetes que fazem disso tudo uma grande brincadeira (seria o bobo da corte ou a cabra-cega). Seu pensamento quimérico não lhe ajuda em nada. Encontrasse absolutamente sozinho, e se entrega á horas de reflexão e alto piedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;       Digamos que séria uma pós-modernidade entrelaçando os antepassados e o tempo que há-de vir a ser. Isso desordena seus pensamentos e faz com que o mesmo tenha ilusões a qual extrairá o que o aprisiona. Deixando minuciosamente as imaginações que não irá lhe favorecer mais nenhum bem. Levando o real ao imaginário e se surpreendendo cada vez mais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;       Pequenos flashes passam rapidamente por seus pensamentos. Lembranças que por sua vez nunca serão esquecidas. Isso irá lhe conforta durante os momentos de solidão que terá (e serão muitos). Um grande vazio vai ficando, são grandes pedaços que já não se encaixam mais em sua nova perspectiva de vida. Não tendo coragem suficiente de abandoná-los, seu cérebro dá voltas e voltas para fazer uma pequena retrospectiva de suas subordinações:&lt;br /&gt;Sua neurose infantil.&lt;br /&gt;As brincadeiras na sua barraca de madeira.&lt;br /&gt;Os desenhos clássicos da TV.&lt;br /&gt;Os momentos em que se divertia na escola.&lt;br /&gt;Em que ficava brincando na rua até anoitecer.&lt;br /&gt;Os finais de semana que passava na casa do avô&lt;br /&gt;A primeira paixão geralmente da escola.&lt;br /&gt;O cheiro da grama no final da tarde.&lt;br /&gt;O grande consolo, abraços e colo de sua mãe.&lt;br /&gt;E uma série de outras coisas pela qual passou na sua infância. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;       Na verdade o tempo demora muito, não percebemos ele passar, só notamos os momentos em que algo acontece. Uma incrível capacidade infantil que só é notada na convivência e algo que esta diante de sua visão. As fantasias estão pouco a pouco sumindo. Nos dias atuais quando passa pela rua na qual cresceu lembra do tempo de uma nostálgica época em que conhecia toda a vizinhança, cada família, filhos, as quais fizeram parte de sua vida. Mas muitas famílias foram embora, se dispersaram; as que ficaram já não são mas as mesmas. O mundo tinha mudado o mundo dele e o mundo delas. Pelo menos as luzes eram as mesmas e isso fazia com que se lembrasse de tudo detalhadamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;       No inverno de 1995, lembra de como o dia frio e chuvoso dava a sensação de como a vida era maravilhosa. Claro que aquilo tudo não era eterno. Mas sentado na frente da porta de sua casa, observando as gotas caindo, fez com que aquela cena ficasse gravada para sempre na sua imaginação. O momento e uma imaginação inocente que somente à infância podia lhe dar. Que seria uns dos primeiros passos para assumir uma vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3433009331181621707?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3433009331181621707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3433009331181621707' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3433009331181621707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3433009331181621707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2009/01/psicodelia-imaginaria-parte-i.html' title='Psicodelia Imaginária - Capitulo 1 - Parte I'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7668393290201799215</id><published>2008-12-31T16:24:00.004-03:00</published><updated>2011-05-24T11:47:35.983-03:00</updated><title type='text'>Fazendo arte: Balloon Girl Banksy</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-f3amgt3hIu8/TaxZj408UOI/AAAAAAAAArk/I0yI57mErkA/s1600/Fazendo_arte.jpg"&gt;&lt;img style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 320px; display: block; height: 256px;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596946909999419618" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-f3amgt3hIu8/TaxZj408UOI/AAAAAAAAArk/I0yI57mErkA/s320/Fazendo_arte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8VEm9q43Cpc/TaxY_X5eitI/AAAAAAAAArc/2mOAiUHspgY/s1600/Fazendo_arte.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7668393290201799215?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7668393290201799215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7668393290201799215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7668393290201799215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7668393290201799215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/12/fazendo-arte.html' title='Fazendo arte: Balloon Girl Banksy'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-f3amgt3hIu8/TaxZj408UOI/AAAAAAAAArk/I0yI57mErkA/s72-c/Fazendo_arte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3457962715319052537</id><published>2008-12-28T12:44:00.007-03:00</published><updated>2010-03-09T17:08:14.485-03:00</updated><title type='text'>Com-Paixão</title><content type='html'>Como se todos já soubessem. Agora que estas só quero que reflita.&lt;br /&gt;Pensando nas noites perdida, grandes vontades de ter um sentimento de alÍvio de como as horas eram de fato tremendamente um passar de tempo.&lt;br /&gt;Não quero que questione ou se calhe, mas ela passou e você não se encontrou.&lt;br /&gt;Foi como uma vigem ao espaço, eu estava lá, e você aqui... tão longe!&lt;br /&gt;Ela que parecia como uma espécie de guilhotina, sufocando cada vez mais os sentimentos de um pobre coração, Não levado o fato de pensar como isso era tão intrigante. Um gosto amargo que penetrava nas salivas criando um volume ruim. Questionado uma parábola de pensamentos que se passava rapidamente em segundo pela imaginação.&lt;br /&gt;Isso ficava cada vez mais chato, ficava uma agonia, e o coração acelerava, parecia como se tudo fosse automático, uma espécie de mecanismo. Do lado de fora tudo parecia estar bem, a não ser as pernas tremerem e os olhos piscarem rapidamente.&lt;br /&gt;Agora fecha os olhos respire fundo e reflita, um campo verde rodeado de flores e logo a frente uma bela moça de vestido branco, que a cada passo que dava se distanciava mais e mais e mais.&lt;br /&gt;Sabia que estava perdendo-a, mas não queria assumir uma dor forte que me deixava cada vez mais fraco. Oh! Amor de compaixão, aonde fostes que me amargaste um sentimento repleto de dúvidas e dores que não deixava o meu coração em paz ao menos um segundo, queria que ficasse por perto para alimentar as vontades sem exagero de uma longa e tão curta paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Imagine:&lt;br /&gt;Totalmente despreparado para o fato de ela está calada, sozinha e me encarando, era provável que sentisse sede (muita seda). Diante daquela observação respiro fundo e avanço. Sentido toda a importância do momento, percebo que os cinco litros de água que havia bebido converge diretamente para as palmas das mãos, para axilas e para os pés.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Não importa o sentimento, à agonia e o nervosismo, não queria ter a paixão só uma compaixão que me trouxe de volta para a terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3457962715319052537?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3457962715319052537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3457962715319052537' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3457962715319052537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3457962715319052537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/12/com-paixo.html' title='Com-Paixão'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-57020120097329517</id><published>2008-11-28T19:14:00.003-03:00</published><updated>2010-03-09T16:26:26.827-03:00</updated><title type='text'>Trip Of My Thoughts</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Estava tudo fechado, já não tinha mais para onde correr. Minhas ilusões desapareciam a cada segundo. Isso tudo estava voltado para uma atitude desesperadora. A loucura estava tomando conta da minha imaginação, ja não tinha mais vontade de caminhar. Parei numa rua escura e deserta onde só se ouvia o ruído dos cachorros famitos, minha respiração era forte, a adrenalina só ia aumentando... Foi quando escultei um barulho estranho e observei uma sombra refletindo lentamente no muro (mais uma viagem). Continuo andando pela 21.725 esquina, vejo um ônibus vindo em minha direção; não adianta correr ele me segue por todos os lugares, entro dentro do ônibus, vejo um velho barbudo e sujo e quatro pessoas me olhando desconfiadas, sento na última cadeira, e apago.&lt;br /&gt;As viagens já não são mais as mesma, tudo está sumindo de uma forma que eu não perceba, já não consigo controlar minha insanidade mental. Me levanto, olho em minha volta estava dormindo no banco de uma praça, não estou conseguindo me encontrar. Entro dentro de uma lanchonete, sento no lado de uma moça de cabelos cacheados e olhos castanhos claro, peço uma xícara de chocolate quente, dois pães-de-queijo e uma água para o garçom. De fato aquilo tudo parecia muito estranho, só faltava a moça inicia uma conversa comigo. Foi quando aconteceu, ela não só iníciou a conversa como também me roubou um beijo, o melhor beijo (mas uma viagem). Ás 10:15 da manhã estava no terraço de um edifício, como tinha ido parar ali? Meditei durante um bom tempo, estava cansado de tudo aquilo, queria voltar para casa e descansar de verdade.&lt;br /&gt;Ilusões que vão e voltam, minha cabeça estava girando, meu corpo estava cansado, estava entrando no mundo verdadeiramente psicodélico, onde as viagens são constantes, as formas de pensar são muitos loucas e sem entendimento. Não é o fato de sonhar ou imaginarmos qualquer coisa. Criamos nossos pensamentos numa verdadeira subordinação própria, não deixando escapar nossas vontades, sentimentos ou a dura realidade. Estava numa verdadeira paralisação mental, onde o tempo era todo meu. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-57020120097329517?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/57020120097329517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=57020120097329517' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/57020120097329517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/57020120097329517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/11/trip-of-my-thoughts.html' title='Trip Of My Thoughts'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3413993788573422462</id><published>2008-10-12T11:09:00.005-03:00</published><updated>2010-03-09T16:11:38.370-03:00</updated><title type='text'>Também sei ser infantil.</title><content type='html'>Viajando no mundo da lua&lt;br /&gt;Fazendo com que o tempo pare.&lt;br /&gt;Tenho medo de crescer, de arrisca a vida nesse mundo.&lt;br /&gt;Queria viver sonhado, pois lá estão as maravilhas,&lt;br /&gt;Não tenho coragem de conhecer novas imaginações.&lt;br /&gt;Não queria mudar para o mundo.&lt;br /&gt;O tempo estar voando lentamente, de um modo que não percebemos,&lt;br /&gt;Viver cada passo, cada momento, isso é muito difícil.&lt;br /&gt;De fato gostaria de viver sonhando...&lt;br /&gt;Sonhando&lt;br /&gt;Sonhando&lt;br /&gt;Sonhando...&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cdoFqnHiKFc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cdoFqnHiKFc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3413993788573422462?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3413993788573422462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3413993788573422462' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3413993788573422462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3413993788573422462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/10/tambm-sei-ser-infantil.html' title='Também sei ser infantil.'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-2824706223087906584</id><published>2008-09-14T00:43:00.004-03:00</published><updated>2010-03-09T16:09:20.625-03:00</updated><title type='text'>Andando</title><content type='html'>Entrando no mundo despercebido, seguindo em linhas reta.&lt;br /&gt;Onde as ilusões são constantemente formada pela solidão.&lt;br /&gt;Não tenho paradeiro, não tenho destino, minhas pernas são minhas asas.&lt;br /&gt;A noite estar fria, mais escuras que as outras. Vejo pouca gente passando ao meu redor.&lt;br /&gt;O silêncio faz com que de para ouvir perfeitamente o som do vento batendo sobre as folhas.&lt;br /&gt;À noite, a vida, parece serem muito empolgante, ainda não estar na hora de voltar para casa.&lt;br /&gt;Passando por ruas quer não conheço, não sei exatamente o que tem pela frente.&lt;br /&gt;Estou com uma paranóia de que alguém estar me seguindo, mas acho que é somente minha imaginação.&lt;br /&gt;Às vezes é preciso atravessar a rua para saber o que há do outro lado, é preciso arrisca um pouco a vida.&lt;br /&gt;Não da para se pensar em nada, a vontade de andar é maior.&lt;br /&gt;O ar, a solidão, o som dos passos e as horas, tudo estar em movimento.&lt;br /&gt;É preciso voar,&lt;br /&gt;Voar conforme o tempo,&lt;br /&gt;Voar conforme o som,&lt;br /&gt;Voar pelas nossas imaginações, loge de tudo e de todos.&lt;br /&gt;A cada esquina que passo, fico pensando quantas pessoas não já passaram por aquele mesmo local. O que aqueles muros enormes, daquelas casas tão velha não iriam dizer.&lt;br /&gt;Não faço a mínima idéia para onde estou indo, o mundo ficou muito grande de repente, e eu muito pequeno.&lt;br /&gt;Não sinto cansaço algum, só da vontade de andar, andar, e andar.&lt;br /&gt;Parece que o chão pode se mover pelos nossos pés, o passo falseia, tropeçamos e seguimos em frente. Tenho que percorre minhas distâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo Andando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-2824706223087906584?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/2824706223087906584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=2824706223087906584' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2824706223087906584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2824706223087906584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/09/andando_8243.html' title='Andando'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3840459666331051726</id><published>2008-08-10T02:36:00.002-03:00</published><updated>2010-03-09T16:00:28.295-03:00</updated><title type='text'>O que platão anda despertando</title><content type='html'>Os momentos bons estão cada vez acabando com o meu jeito de conheçer.&lt;br /&gt;Minhas últimas imaginações estão perdendo o fato de ser totalmente psicodélica.&lt;br /&gt;Queria ter uma possibilidade de que de fato estou vivendo realmente.&lt;br /&gt;Estou me atraindo a coisas que não podem ser questionada no dia a dia.&lt;br /&gt;Ao depara-me com o tic-tac do relógio, consigo sentir falta de poucos segundos.&lt;br /&gt;Isso faz com que o tempo fique rodando em torno de mim, de um jeito que eu não perceba.&lt;br /&gt;Poucas coisas são notadas no cotidiano, a verdade é que realmente isso tudo esta mudando.&lt;br /&gt;Tentar questionar algo, pela sua forma, cor, som, parece difícil de se chegar no mundo inteligível.&lt;br /&gt;Isso realmente chegou a um ponto de que fiquemos totalmentes isolados no nosso canto, levando em consideração de que a sobrevivência é individual. Nos deixando sempre apagados da verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idiotice disso é que não conseguimos notar algo que parece ter uma vida&lt;br /&gt;Saber que a idéia que se tem de algo belo é totalmente voltada para um mundo inteligível,&lt;br /&gt;Coisas difícil de ser entendida, por que vemos e não notamos&lt;br /&gt;De fato somos todos cegos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3840459666331051726?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3840459666331051726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3840459666331051726' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3840459666331051726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3840459666331051726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/08/o-que-plato-anda-despertando_10.html' title='O que platão anda despertando'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5775506027593992194</id><published>2008-08-10T02:31:00.002-03:00</published><updated>2010-03-09T15:38:31.701-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Últimos dias das férias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada&lt;br /&gt;Nada&lt;br /&gt;Nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada para fazer&lt;br /&gt;Nada para pensar,&lt;br /&gt;Nada para questionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém para se ouvir&lt;br /&gt;Ninguém para conversar&lt;br /&gt;Ninguém para se observar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em estar feliz, mas passou um tempo para poder sentir o tédio,&lt;br /&gt;sentir a solidão. Talvez isso não seja minha realidade, talvez um sonho...&lt;br /&gt;Mas nos meus sonhos me sinto bem.&lt;br /&gt;Penso no passado, no futuro (menos no presente).&lt;br /&gt;Um silênsio,&lt;br /&gt;Será que tem alguém aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5775506027593992194?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5775506027593992194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5775506027593992194' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5775506027593992194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5775506027593992194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/08/ltimos-dias-das-frias-nada-nada-nada.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3641833242750468348</id><published>2008-08-03T23:56:00.005-03:00</published><updated>2010-03-09T15:37:07.761-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SJZ6Jb1FkCI/AAAAAAAAAO8/KSwyQZCSj1k/s1600-h/enecom+%2828%29.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230502319745241122" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SJZ6Jb1FkCI/AAAAAAAAAO8/KSwyQZCSj1k/s400/enecom+%2828%29.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As noites vieram, os sonhos estavam presente.&lt;br /&gt;Minha nostalgia ficou paralisada, meu futuro ficou paralisado.&lt;br /&gt;Andei por tanto tempo, por lugares que nem percebia.&lt;br /&gt;05:52 am acordo, estão todos adormecidos, vejo o nascer do sol.&lt;br /&gt;O ônibus em movimento, a angústia, a descontração...&lt;br /&gt;Nosso convívio, nossas idéias,&lt;br /&gt;Nossas palavras, nossos conhecimentos.&lt;br /&gt;Debati, adquiri conheçimentos, e ensinei.&lt;br /&gt;Por ae me perdi, por ae conheçi, por ae observei.&lt;br /&gt;Vi o céu, o mar, ruas, prédios enorme lugares famosos...&lt;br /&gt;Agora eu acordo, tudo volta.&lt;br /&gt;Meu cotidiano descongelou tudo,&lt;br /&gt;Porque nossas imaginações continuam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo andando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-3641833242750468348?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/3641833242750468348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=3641833242750468348' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3641833242750468348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/3641833242750468348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/08/as-noites-vieram-os-sonhos-estavam.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SJZ6Jb1FkCI/AAAAAAAAAO8/KSwyQZCSj1k/s72-c/enecom+%2828%29.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1722571145631068816</id><published>2008-08-03T23:37:00.004-03:00</published><updated>2010-03-09T15:34:09.060-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Não sabes não fala!&lt;br /&gt;Não viste não fala!&lt;br /&gt;Saber que outras as inventam, é tão imbecil.&lt;br /&gt;Saber que outros falam, é tão imbecil.&lt;br /&gt;Não lhe contaram, não invente!&lt;br /&gt;E a mais bela vizinhaça, e mais filha da puta continua...&lt;br /&gt;Com suas vidas e as dos outros.&lt;br /&gt;Sem ter verdades,&lt;br /&gt;Sem ter éticas,&lt;br /&gt;Sem ter o que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1722571145631068816?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1722571145631068816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1722571145631068816' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1722571145631068816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1722571145631068816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/08/no-sabes-no-fala-no-viste-no-fala-saber.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-144224053882128617</id><published>2008-07-14T21:35:00.005-03:00</published><updated>2010-03-09T15:33:05.350-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Socialista, Capitalista.&lt;br /&gt;Qual à sua escolha?&lt;br /&gt;O mundo não que saber isso.&lt;br /&gt;O mundo não se valoriza.&lt;br /&gt;Dane-se à tecnologia, dinheiro, as grandes riquezas.&lt;br /&gt;Existem milhares de famílias sem ter o que comer,&lt;br /&gt;Se humilhando aos valores da humanidade, caminhando ao precipício.&lt;br /&gt;Qual à tua idéia, o que pretendes? mudar o mundo?&lt;br /&gt;Se bem que tens à oportunidade.&lt;br /&gt;O que adianta ter o poder e não saber comandar.&lt;br /&gt;Estou angustiado porque classes se dividem, e não sabem dividir.&lt;br /&gt;Estou angustiado porque o mundo muda a agente o tempo inteiro.&lt;br /&gt;Estou angustiado porque falo muito e nunca sei de nada.&lt;br /&gt;O mundo se revolta entre si, e fazem do mundo uma verdadeira reviravolta.&lt;br /&gt;Estamos progredindo ou voltando ao passado?&lt;br /&gt;Estamos vivendo no mundo constantemente...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-144224053882128617?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/144224053882128617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=144224053882128617' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/144224053882128617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/144224053882128617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/07/socialista-capitalista-qual-sua-escolha.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1991214307577161987</id><published>2008-06-26T19:59:00.003-03:00</published><updated>2010-03-02T13:13:06.584-03:00</updated><title type='text'>Sociedade</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W7fqmWypPXc&amp;amp;hl=pt-br"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/W7fqmWypPXc&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que mundo vivemos!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o poste abaixo também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Freire&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1991214307577161987?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1991214307577161987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1991214307577161987' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1991214307577161987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1991214307577161987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/06/sociedade.html' title='Sociedade'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4766871193363009933</id><published>2008-06-26T19:52:00.001-03:00</published><updated>2010-03-02T13:11:32.589-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Não sei bem ao certo. Tenho que me entender.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Não consigo me encontra, vejo tudo de uma outra forma.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Viagens do meu pensamento&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Viagens da minha imaginação&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Viagens de outro mundo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tudo estar passando tão rápido,&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Não tenho como falar pra ela tudo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Isso estar crescendo cada vez mais aqui dentro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Tenho que entender à sociedade,&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Formas de conhecimento.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Nada mais estar me interessando.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Quero trazer tudo pra perto novamente.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas estar tudo se distanciando.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Distanciando&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Distanciando&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Distanciando...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora tente entender você.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4766871193363009933?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4766871193363009933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4766871193363009933' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4766871193363009933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4766871193363009933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/06/normal-0-21-false-false-false.html' title=''/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-6014216087926750341</id><published>2008-05-31T22:23:00.007-03:00</published><updated>2010-03-09T15:28:59.879-03:00</updated><title type='text'>Voltando ao Passado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sentado na frente de casa vendo a nova geração brincando, lembrei-me do meu passado. Dos tempos que ficava com os amigos andando de bicicleta, brincando de se esconder, mãe da rua, tec-tec, tazo, assistindo desenhos animados e várias outras coisas que não me vem a mente. Só agora percebi um detalhe especial, um detalhe que quando somos criança não percebemos. O de não dá valor ao tempo. Quando estava com meus amigos não queria saber se existia hora pra voltar pra casa, se tinha algo mais para fazer ou se realmente eu existia. Pra mim os dias eram eternos. Ao longo desses tempos fui mudando, conhecendo pessoas novas, seres diferentes, idéias antagônicas, idéias semelhantes, idéias e mais idéias e mais idéias... boas e outras nem tanto. Mudando-me constantemente, por dentro e por fora, sem hora marcada, sem data. Percebendo e sem perceber. Tentando criar minha vida do jeito que sempre quis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria saber exatamente como foi minha infância. Apesar de ter vividoa de uma forma muito boa - de certa forma que muitas não tiveram oportunidade, tentando encaixar o passado no presente para não perde muitas coisas (e sim ganhar) - sempre tive meus pensamentos como meu maiores amigos. A consciência como uma mãe que me dava conselho do que fazer e não fazer. Meu avô sempre me dizia que tudo isso iria passar algum dia, e eu nem percebia que isso ia passando. Levava a vida de uma forma totalmente inocente. Queria saber onde estão minhas paixões de quando criança, das coisas que me faziam felizes, de tudo que não tinha que enfrentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei, o mundo é muito estranho.&lt;br /&gt;E para ser feliz aqui, temos que encarar o que nós perdemos.&lt;br /&gt;Nada é sempre igual. O tempo passou ou será que tudo mudou?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-6014216087926750341?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/6014216087926750341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=6014216087926750341' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6014216087926750341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6014216087926750341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/05/voltando-ao-passado.html' title='Voltando ao Passado'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7848576836591942187</id><published>2008-05-23T14:05:00.006-03:00</published><updated>2008-05-23T14:12:08.786-03:00</updated><title type='text'>Cotidiano</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6prHwfXI/AAAAAAAAANs/e1uN57zSKME/s1600-h/unama21.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6prHwfXI/AAAAAAAAANs/e1uN57zSKME/s400/unama21.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203622013330029938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6frHwfWI/AAAAAAAAANk/drEiUk6Vw08/s1600-h/unama20.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6frHwfWI/AAAAAAAAANk/drEiUk6Vw08/s400/unama20.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203621841531338082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6WLHwfVI/AAAAAAAAANc/F74cNQ0XCno/s1600-h/blut..JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6WLHwfVI/AAAAAAAAANc/F74cNQ0XCno/s400/blut..JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203621678322580818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6FrHwfUI/AAAAAAAAANU/q8LDBGN-ecY/s1600-h/IMG074.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6FrHwfUI/AAAAAAAAANU/q8LDBGN-ecY/s400/IMG074.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203621394854739266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb55LHwfTI/AAAAAAAAANM/AR_vYUKxvls/s1600-h/blut.+%2825%29.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb55LHwfTI/AAAAAAAAANM/AR_vYUKxvls/s400/blut.+%2825%29.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203621180106374450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb5urHwfSI/AAAAAAAAANE/8gfT6eH6Cpw/s1600-h/IMG079.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb5urHwfSI/AAAAAAAAANE/8gfT6eH6Cpw/s400/IMG079.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203620999717748002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb5h7HwfRI/AAAAAAAAAM8/TBKovCvzjRA/s1600-h/cel+%2826%29.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb5h7HwfRI/AAAAAAAAAM8/TBKovCvzjRA/s400/cel+%2826%29.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203620780674415890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 255, 51);"&gt;Continua...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7848576836591942187?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7848576836591942187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7848576836591942187' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7848576836591942187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7848576836591942187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/05/cotidiano_23.html' title='Cotidiano'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SDb6prHwfXI/AAAAAAAAANs/e1uN57zSKME/s72-c/unama21.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-6602784790056595950</id><published>2008-04-26T23:19:00.009-03:00</published><updated>2010-03-09T17:09:30.987-03:00</updated><title type='text'>Pensei em ter visto alguém aqui</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SBPkMaZb_bI/AAAAAAAAAKA/V2FOxu-9B3k/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193745697183890866" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SBPkMaZb_bI/AAAAAAAAAKA/V2FOxu-9B3k/s200/imagem.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças sem explicações, palavras perdidas.&lt;br /&gt;Dia a dia levando. O cotidiano sendo sempre o mesmo.&lt;br /&gt;Tudo estar se sufocando, tudo estar piorando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadê as alegrias?!&lt;br /&gt;Cadê os sorrisos?!&lt;br /&gt;Cadê a felicidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou mais conseguindo ficar na mesma.&lt;br /&gt;Saber que tudo mudou, saber que perdi tudo.&lt;br /&gt;As palavras fogem, mas os sentimentos ainda permanecem.&lt;br /&gt;Minhas lenbraças não valem mais nada, apesar de ainda estarem na imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vontades de continua,&lt;br /&gt;Vontades de pode falar,&lt;br /&gt;Vontades de te ter de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadê EU?!&lt;br /&gt;Cadê todos?!&lt;br /&gt;Cadê minha vida?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso falar nada. Fico calado vendo o tempo passar.&lt;br /&gt;Tudo estar mudando derrepente.&lt;br /&gt;Esqueceu tudo o que passou?&lt;br /&gt;Me trocou pelo presente.&lt;br /&gt;Saiba que nem sempre o presente é como o passado.&lt;br /&gt;Fico pensando que quem sabe no futuro possa ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso aqui é uma droga!&lt;br /&gt;A saudade aperta e machuca o coração.&lt;br /&gt;Isso tudo é uma droga!&lt;br /&gt;Vontade é droga,&lt;br /&gt;Solidão é droga,&lt;br /&gt;tristeza é droga,&lt;br /&gt;Separação é droga,&lt;br /&gt;Perde tudo é uma droga!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei me viciando nessa droga, isso é uma coisa ruim.&lt;br /&gt;Perdi o sentido da vida, não sei mais como voltar.&lt;br /&gt;Estou preso num buraco escuro, fico gritando...&lt;br /&gt;Estou aqui, estou aqui...&lt;br /&gt;Fico viajando em meus pensamentos, pareço estar no universo,&lt;br /&gt;Tudo estar escuro, vejo o brilho das estrelas bem longe...&lt;br /&gt;Continuo viajando até encontrar alguém.&lt;br /&gt;Ainda tenho muito caminho pela frente, tenho que ter forças,&lt;br /&gt;Não quero que sumas de perto de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ilusão, ilusão, ilusão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-6602784790056595950?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/6602784790056595950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=6602784790056595950' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6602784790056595950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/6602784790056595950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/04/pensei-em-ter-visto-algum-aqui.html' title='Pensei em ter visto alguém aqui'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/SBPkMaZb_bI/AAAAAAAAAKA/V2FOxu-9B3k/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7777327708138970188</id><published>2008-04-16T00:17:00.005-03:00</published><updated>2010-03-09T15:14:34.729-03:00</updated><title type='text'>Pede pra sair, pede pra sair!!</title><content type='html'>Caiu como se fosse uma árvore, mas deixou raízes.&lt;br /&gt;Vontade. Força. Atitude. O Movimento Estudantil guanhou à batalha.&lt;br /&gt;Onde à insistência e à democracia fala mas alto. Não desistimo fácil!&lt;br /&gt;Um novo reitor nascer na UnB. Todos estão aceitando, "que seja bem vindo".&lt;br /&gt;Confiança é o que não falta do movimento estudantil, foi bem recomendado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu digo AHAHAHAHAH!! Timothy.&lt;br /&gt;Agora pode ficar com essas lixeiras, esse alicate...&lt;br /&gt;Quero saber se isso alimenta, se isso faz justiça!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento estudantil não é babaca de gente poderosa não!&lt;br /&gt;Se não gostou não insista em fazer de novo, seu Mané!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7777327708138970188?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7777327708138970188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7777327708138970188' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7777327708138970188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7777327708138970188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/04/pede-pra-sair-pede-pra-sair.html' title='Pede pra sair, pede pra sair!!'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4354783389543585944</id><published>2008-04-03T00:25:00.005-03:00</published><updated>2010-03-09T14:59:16.057-03:00</updated><title type='text'>O que aconteceu?</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Será que passou?&lt;br /&gt;Será que ainda estar por vim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que se passa aqui dentro não da pra demostrar do lado de fora. Por que tudo mudou derrepente? Eu sei que estar aí, sempre me observando. Porque não fala nada? Eu te entenderei. Isso tudo tá me deixando confusso. Será que ainda não percebeu? nada estar sendo como era antes. Queria voltar no tempo e ficar parado só naqueles dias, foi tudo tão rápido.&lt;br /&gt;As coisas mudaram realmente ou será coisas da minha imaginação? Isso tudo nasceu de ti, porque se não tudo estaria como antes. Queria te falar, mas nunca consigo. Você estar sempre ocupada pra lá e pra cá, conheçendo gente nova, andando por aí, e eu sozinho como sempre. Imaginado como seria se tudo tivesse sendo como antes, sempre perto um do outro. Isso acabou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que passou?&lt;br /&gt;Será que ainda estar por vim? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4354783389543585944?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4354783389543585944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4354783389543585944' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4354783389543585944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4354783389543585944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/04/o-que-aconteceu.html' title='O que aconteceu?'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1103376100668947760</id><published>2008-03-29T22:20:00.005-03:00</published><updated>2010-03-09T14:50:48.167-03:00</updated><title type='text'>Pensando Sozinho</title><content type='html'>- O que aconteceu?&lt;br /&gt;- Não sei, vai sabe.&lt;br /&gt;- Por que anda assim?&lt;br /&gt;- Assim como?&lt;br /&gt;- Sei lá, meio estranho.&lt;br /&gt;- Tô afim de ficar sozinho por um tempo.&lt;br /&gt;- Sei como é. Mas... deveria se animar.&lt;br /&gt;- Se animar com o que?&lt;br /&gt;- Sair por aí, da uma volta.&lt;br /&gt;- Tá bom! Onde estou me sinto melhor assim.&lt;br /&gt;- Mas hoje é sábado.&lt;br /&gt;- E daí?&lt;br /&gt;- E daí? todo mundo saiu, só ficamos nós dois aqui.&lt;br /&gt;- Se você quiser ir, vá!&lt;br /&gt;- E você, não quer ir?&lt;br /&gt;- Já falei que quero ficar sozinho.&lt;br /&gt;- Deixa de ser assim, vai aproveitar à vida.&lt;br /&gt;- Não tenho aptidão para isso.&lt;br /&gt;- E o que pensa em fazer.&lt;br /&gt;- Sei lá, ficar por aqui.&lt;br /&gt;- Percebi.&lt;br /&gt;- Já que percerbeu por que continua insistindo?&lt;br /&gt;- Insistindo em que?&lt;br /&gt;- Em me fazer mudar de opinião.&lt;br /&gt;- Talvez só quisesse lhe fazer sentir bem.&lt;br /&gt;- Às vezes precisamos ficar sozinho.&lt;br /&gt;- Pra que ficar tão sozinho.&lt;br /&gt;- Pra refletir sobre nós mesmo.&lt;br /&gt;- Nossa! Que profundo isso.&lt;br /&gt;- E aí. Vai continua ae me observando?&lt;br /&gt;- Não. Já tou indo aproveitar "à vida."&lt;br /&gt;- Bom aproveito.&lt;br /&gt;- Você ainda vai ficar pensando?&lt;br /&gt;- Tu não sabes se eu estou pensando.&lt;br /&gt;- Mais eu sei mas do que tu imaginas.&lt;br /&gt;- Tu não sabe o que se possa passar em meus pensamentos.&lt;br /&gt;- Mas devo imaginar.&lt;br /&gt;- Ahh! isso ta ficando sem nexos.&lt;br /&gt;- É verdade. O que te deixou assim?&lt;br /&gt;- Não posso falar... se não alguém poderia ficar sabendo.&lt;br /&gt;- Mas eu não sou alguém, ou sou?&lt;br /&gt;- Prefiro ficar guardando isso pra mim.&lt;br /&gt;- Vai ficar assim desse jeito até quando?&lt;br /&gt;- Até quando me der vontade.&lt;br /&gt;- O que te fizeram?&lt;br /&gt;- Não me fizerão nada.&lt;br /&gt;- O que tu fez?&lt;br /&gt;- Não fiz nada.&lt;br /&gt;- Tu ta revoltado com alguma coisa?&lt;br /&gt;- Até agora não, mas posso ficar com você.&lt;br /&gt;- Ta bom desculpa.&lt;br /&gt;- Tu não ias embora?&lt;br /&gt;- Ia, mas sinto que você que dizer algo.&lt;br /&gt;- Não quero dizer nada.&lt;br /&gt;- Tem certeza?&lt;br /&gt;- Só queria falar que as pessoas mudam de uma hora pra outra, sem explicações.&lt;br /&gt;- Só isso mesmo?&lt;br /&gt;- Só.&lt;br /&gt;- Então vou indo. E você?&lt;br /&gt;- Continuarei a ficar sozinho, viajando em meus pensametos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1103376100668947760?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1103376100668947760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1103376100668947760' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1103376100668947760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1103376100668947760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/03/pensando-sozinho.html' title='Pensando Sozinho'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-1833853608265306177</id><published>2008-03-25T23:55:00.007-03:00</published><updated>2010-03-09T14:53:54.080-03:00</updated><title type='text'>Por onde andei</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R-nHAnRTzaI/AAAAAAAAAGU/eAU9bVpwWpY/s1600-h/erecompiaui%2B005.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181891659621977506" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R-nHAnRTzaI/AAAAAAAAAGU/eAU9bVpwWpY/s320/erecompiaui%2B005.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Primeira sensação de como é estar indo para um encontro estudantil.&lt;br /&gt;As palavras passavam rapidamente pela minha mente. Queria poder gravar.&lt;br /&gt;Tudo ia se superando dentro de mim. As sensações mudavam, não conseguia entender.&lt;br /&gt;Estava deixando de ser um pouco do meu jeito anti-social. As maravilhas estavam por vim.&lt;br /&gt;Afinal tava na hora de mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecendo pessoas!&lt;br /&gt;Conhecendo lugares!&lt;br /&gt;Conhecendo a mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas que queria que acontecesse mudou, foi tudo de outra forma.&lt;br /&gt;As palavras fugiam; também eu só ficava na minha, quieto e calado como sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que isso acontece comigo?&lt;br /&gt;Por que fico tão calado?&lt;br /&gt;Por que não dou um basta logo nisso, e acaba a história?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi por ae que as coisas iam mudando.&lt;br /&gt;Novos interesses, novos conhecimentos,&lt;br /&gt;Novas idéias, novas argumentações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria parar o tempo e levar até onde o meu limite pudesse agüentar.&lt;br /&gt;Aprendir tantas coisas, queria aprender mais. A viagem não foi em vão.&lt;br /&gt;O tempo passou tão rapidamente, agora fica na minha imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ERECOM tornousse mais uma viagem dentro da minha imaginação.&lt;br /&gt;As histórias ficaram comigo guardadas, as vontades jogarei fora,&lt;br /&gt;as amizades guardarei, as coisas que deixei de fazer tentarei esqueçer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o pessoal com qual convivir deixaram lembranças.&lt;br /&gt;E as lembranças são as piores, porque deixam saudades.&lt;br /&gt;E as saudades são as melhores, poque nós faz lembra de que aconteceu uma coisa boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda cotinuarei voando!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até logo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-1833853608265306177?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/1833853608265306177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=1833853608265306177' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1833853608265306177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/1833853608265306177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/03/por-onde-andei.html' title='Por onde andei'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R-nHAnRTzaI/AAAAAAAAAGU/eAU9bVpwWpY/s72-c/erecompiaui%2B005.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-2479722777635057808</id><published>2008-03-25T01:02:00.004-03:00</published><updated>2010-03-09T14:54:23.207-03:00</updated><title type='text'>Mas, Mas, Mas!</title><content type='html'>Muito cansado,&lt;br /&gt;Muito impaciente,&lt;br /&gt;Muito ocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com muitas idéias.&lt;br /&gt;Com muitas coisas pra falar.&lt;br /&gt;Com muitas coisas para escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto to com sono.&lt;br /&gt;No entanto to sem tempo.&lt;br /&gt;No entando to sem paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ERECOM 2008 - Teresina Piauí, foi tudo muito bom!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-2479722777635057808?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/2479722777635057808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=2479722777635057808' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2479722777635057808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2479722777635057808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/03/mas-mas-mas.html' title='Mas, Mas, Mas!'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-7984151131195068815</id><published>2008-03-14T01:45:00.004-03:00</published><updated>2010-03-09T14:53:27.178-03:00</updated><title type='text'>Minha insânidade mental</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: left"&gt;A sensação de estar longe de um lugar,&lt;br /&gt;mas sua imaginação ainda permite que você esteja lá,&lt;br /&gt;A viagem no interior de sua mente pode levá-lo para onde quiser.&lt;br /&gt;Já se imaginou em estar num lugar impossível de ser estar?&lt;br /&gt;Já se imaginou fazendo coisas fora do normal?&lt;br /&gt;De ter coisas que ninguém tem?&lt;br /&gt;De mora num lugar onde só você sabe?&lt;br /&gt;De fazer coisas que ninguém fez?&lt;br /&gt;Querer voar, estar perto de quem estar longe,&lt;br /&gt;de falar com quem não ouvi...&lt;br /&gt;Nesse exato momento minha imagição se resumi em duas coisas.&lt;br /&gt;Uma é estar por dentro da realidade&lt;br /&gt;e à outra é estar fora da realidade...&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;br /&gt;Mas fique tranqüilo, relaxe,&lt;br /&gt;é só minha insanidade mental.&lt;br /&gt;É melhor ficar olhando para o tic-tac das horas,&lt;br /&gt;e ficar pensando no que a menina&lt;br /&gt;com o sinal no canto da boca estar fazendo.&lt;br /&gt;Caso não entendeu, é por que realmente temos pensamentos diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-7984151131195068815?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/7984151131195068815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=7984151131195068815' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7984151131195068815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/7984151131195068815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/03/minha-insnidade-mental.html' title='Minha insânidade mental'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-2808781367309770445</id><published>2008-03-08T22:21:00.003-03:00</published><updated>2010-03-09T14:52:51.098-03:00</updated><title type='text'>A vida é passageira</title><content type='html'>&lt;h4 style="TEXT-ALIGN: left;font-family:times new roman;" class="fr0" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left" class="fr0" face="times new roman"&gt;C.C&lt;/p&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,204,204)"&gt;"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,204,204)"&gt;(Charles chaplin)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Sr64NI33qUo"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Sr64NI33qUo" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-2808781367309770445?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/2808781367309770445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=2808781367309770445' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2808781367309770445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2808781367309770445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/03/vida-passageira.html' title='A vida é passageira'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-4131870849446190989</id><published>2008-03-06T02:42:00.005-03:00</published><updated>2010-03-09T14:51:56.204-03:00</updated><title type='text'>Viagem do meu Pensamento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R8-K-EHscNI/AAAAAAAAAEE/2QyLN2e3zME/s1600-h/ATcAAABMGE4feVsw_CTZCtfffHU8V4TnrrfWuw4zqAxRgayIaBlB7EdLtcdA6pK5ToPL6HnC_02u1WSJ8s6qMSkpWFDeAJtU9VBS_92ep5qKFw0z29WKHio3ORf5Dg.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5174507295734526162" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R8-K-EHscNI/AAAAAAAAAEE/2QyLN2e3zME/s200/ATcAAABMGE4feVsw_CTZCtfffHU8V4TnrrfWuw4zqAxRgayIaBlB7EdLtcdA6pK5ToPL6HnC_02u1WSJ8s6qMSkpWFDeAJtU9VBS_92ep5qKFw0z29WKHio3ORf5Dg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Minha imaginação surta,&lt;br /&gt;Minhas palavras fogem&lt;br /&gt;Minha viagem é insana,&lt;br /&gt;Minhas vontades são as mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria bom se tudo fosse&lt;br /&gt;como o meu pensamento,&lt;br /&gt;Você sempre perto de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A loucura da minha mente&lt;br /&gt;Toma conta de todo meu corpo,&lt;br /&gt;Fico viajando nos meus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você estar em todos os lados,&lt;br /&gt;por onde quer que eu passe,&lt;br /&gt;sempre ali bem perto de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso será uma perseguição ou minha imaginação?!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-4131870849446190989?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/4131870849446190989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=4131870849446190989' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4131870849446190989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/4131870849446190989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/03/viagem-do-meu-pensamento.html' title='Viagem do meu Pensamento'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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louco&lt;br /&gt;dia de insanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alucinações depois de uma leitura,&lt;br /&gt;de uma noitada&lt;br /&gt;de um passeio pela rua,&lt;br /&gt;de uma festa,&lt;br /&gt;de uma viagem alucinate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é o fato de estar sozinho&lt;br /&gt;ou a perda de alguém,&lt;br /&gt;é a minha pura imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginação,&lt;br /&gt;alegre!&lt;br /&gt;triste!&lt;br /&gt;espreções limitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução é ficar viajando!!&lt;br /&gt;A todos uma boa noite de alucinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="COLOR: rgb(51,255,51)"&gt;"Ao persistirem os sintomas, o médico e o monstro deverão ser consultados"&lt;/i&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51)"&gt; ?!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5839265944136159346?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5839265944136159346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5839265944136159346' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5839265944136159346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5839265944136159346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/03/minha-imaginao.html' title='Minha  Imaginação'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R8s1ksGSGPI/AAAAAAAAACI/N-4iH_azDpk/s72-c/sadghfj.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-3052177250603993824</id><published>2008-03-01T16:20:00.001-03:00</published><updated>2010-03-09T14:29:45.591-03:00</updated><title type='text'>Brasil, ta mas do que na hora de mudar!!</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:+0;"&gt;No Brasil todos os dias, a impunidade deixa&lt;br /&gt;a população refém da violência urbana.&lt;br /&gt;São mães que perdem seus filhos,&lt;br /&gt;amigos que perdem irmãos,&lt;br /&gt;crianças que perdem os pais,&lt;br /&gt;país que perdem cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-fccec58021585730" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v4.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfccec58021585730%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331273422%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5314F992EB6559A5E2F3C0BEA45817A0ACF7C1A4.787BB34F22574DB9351983D13590E0CBBAD9B38D%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfccec58021585730%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DY_HyJenr9O7H5-NaCN-CsQt5Dyk&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" 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/&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Sendo manipulado, ou me questionando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Espero não senti falta disso,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Espero ter mas informações,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Isso que agora já passou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Mas ele estará lá,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Sempre disponível pra todos!!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-980829828439666102?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/980829828439666102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=980829828439666102' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/980829828439666102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/980829828439666102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/02/fazer-o-que-acabou.html' title='Fazer o que, acabou!'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' 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será mesmo?&lt;br /&gt;Temos que falar, bradar, gritar a nossa voz.&lt;br /&gt;Direitos que nós temos e nem sabemos,&lt;br /&gt;Devemos questionar essas prioridades.&lt;br /&gt;Mas prioridade de que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De ensino qualificado?&lt;br /&gt;De uma bolsa de estudos?&lt;br /&gt;Não ao aumento de mensalidades?&lt;br /&gt;Por uma universidade de qualidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,0); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Todas essas!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou a gente se manifesta,&lt;br /&gt;ou a gente se organiza.&lt;br /&gt;Nos mobilizamos na universidade...&lt;br /&gt;Enfim!&lt;br /&gt;Por que sabem o que irá acontecer no futuro?&lt;br /&gt;Todos nós ficaremos lamentando por coisas que&lt;br /&gt;teriamos que fazer. Ta na hora de mudar isso.&lt;br /&gt;O D.C.E ta aí pra isso, proucure o seu grêmio,&lt;br /&gt;e tome atitude em consideração a isso!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Acorda Brasil!!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-2916383798135190119?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/2916383798135190119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=2916383798135190119' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2916383798135190119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/2916383798135190119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/02/universidade-ta-na-hora-de-mudar_28.html' title='Universidade, tá na hora de mudar!'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R8dk-IhgHkI/AAAAAAAAABo/ZhAJepwcpxw/s72-c/14382.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-8133831270185702457</id><published>2008-02-27T22:57:00.002-03:00</published><updated>2010-03-09T14:24:42.060-03:00</updated><title type='text'>Cazuza - Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R8YfK4hgHjI/AAAAAAAAABc/6TA4IHo9E40/s1600-h/C%C3%B3pia+de+Telas+038.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171855493913648690" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R8YfK4hgHjI/AAAAAAAAABc/6TA4IHo9E40/s320/C%C3%B3pia+de+Telas+038.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Mostra tua cara&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Quero ver quem paga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Pra gente ficar assim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Qual é o teu negócio?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;O nome do teu sócio?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Confia em mim!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Sem paciência pra postar hoje!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51); FONT-WEIGHT: bold"&gt;Mas leia esse trecho da música e reflita!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-8133831270185702457?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/8133831270185702457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=8133831270185702457' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8133831270185702457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8133831270185702457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/02/cazuza-brasil.html' title='Cazuza - Brasil'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9hZGKkM4u1c/R8YfK4hgHjI/AAAAAAAAABc/6TA4IHo9E40/s72-c/C%C3%B3pia+de+Telas+038.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-5977374157476739124</id><published>2008-02-26T22:17:00.002-03:00</published><updated>2010-03-09T14:23:39.596-03:00</updated><title type='text'>Drogas, uma questão não ideologica?</title><content type='html'>Falo, não falo!&lt;br /&gt;Faço, não Faço!&lt;br /&gt;Há dias que tentamos fazer,&lt;br /&gt;Há dias que nem tetamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é o problema da droga?&lt;br /&gt;Um problema de saúde púlblica,&lt;br /&gt;De econômia, ou familiar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma não contém conteúdo&lt;br /&gt;e o barulho agudo me enjoa.&lt;br /&gt;As cores são sempre as mesmas.&lt;br /&gt;A ânsia de parecer agradável é falsa e nítida.&lt;br /&gt;Porque tenho que aceitar?&lt;br /&gt;Os valores são conservadores,&lt;br /&gt;As idéias desprovidas de originalidade.&lt;br /&gt;A vontade na verdade é de correr e sumir daqui.&lt;br /&gt;Vou sair pra beber alguma coisa.&lt;br /&gt;Álcool é droga ??&lt;br /&gt;Tabaco é droga ???&lt;br /&gt;Maconha é droga ???&lt;br /&gt;Valiun é droga ????&lt;br /&gt;Novalgina é droga ???&lt;br /&gt;Lsd é droga ????&lt;br /&gt;Aspirina ???&lt;br /&gt;Qualquer remédio para emagrecer ????&lt;br /&gt;Quem somos nós agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tal matéria de filosofia ta me deixando louco.&lt;br /&gt;Louco da cabeça,&lt;br /&gt;Louco do coração,&lt;br /&gt;Louco de todas as formas que se possa imaginar.&lt;br /&gt;Finalmente terminei esse trabalho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ficou a dúvida?&lt;br /&gt;A droga é ideológica ou&lt;br /&gt;Contra ideológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho que pensar nisso pra poder falar amanhã.&lt;br /&gt;A droga não induz,&lt;br /&gt;Fala a verdade,&lt;br /&gt;Desperta a consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que falo ou não falo!&lt;br /&gt;Será que é isso mesmo que a professora quer ouvir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansei!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou dormi, tenho que pensar melhor nisso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-5977374157476739124?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/5977374157476739124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=5977374157476739124' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5977374157476739124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/5977374157476739124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/02/drogas-uma-questo-no-ideologica.html' title='Drogas, uma questão não ideologica?'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8607797755230966681.post-8554385884155976936</id><published>2008-02-25T19:49:00.003-03:00</published><updated>2010-03-09T14:04:27.610-03:00</updated><title type='text'>O que eu penso?</title><content type='html'>&lt;p style="COLOR: rgb(119,119,119)" class="postBody" align="justify"&gt;Parece que a aula de filosofia foi pra mim. Tenho que refletir muito sobre as coisas. Não pelo fato de que só faço coisas não agradáveis, mas sim, coisas que penso em estar bem. Tenho que aprender a não me intreter com as coisas. Tenho que ter opniões próprias sobre coisas que me iteresam e coisas que me dão vontades de falar. Queria ter a capacidade de falar, gritar a minha voz para o mundo ouvir. Gostaria de ter a oportunidade de ir no planalto central falar. Mas falar o que?&lt;/p&gt;&lt;p style="COLOR: rgb(119,119,119)" class="postBody" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não tenho idéias nem para escrever. As coisas que escrevo só ficam aqui. Não consigo impor numa conversa, numa aula, num debate qualquer. Às vezes isso me intriga. Eu sou muito calado na minha e não tenho comunicação com as coisas. As coisas que eu sei ficam comigo e não falo com ninguém. Apesar de saber das coisas fico calado, como se não soubesse de nada. Se as pessoas quiserem saber o que eu penso da situação do mundo vai ter que ler isso. Não tenho como falar em uma conversa. Eu me perco todo. Se elas soubessem que tenho tantas coisas para falar. Uma vez estava numa coversa e me perguntaram sobre o que eu sabia sobre política, questão sociais, o que fazer para melhoria do mundo. Coisas desse tipo. Cara eu fiquei sem palavras, totalmente enrrolando, os outros achavam que eu não sabia de nada, mas acho que todo mundo sabe de tudo um pouco. Se eles soubessem o que eu tinha pra falar. Vocês realmente querem saber o que eu acho disso? &lt;/p&gt;&lt;p style="COLOR: rgb(119,119,119)" class="postBody" align="justify"&gt;"Pra mim na verdade nós somos guiado por um processo onde martelam na nossa cabeça de que nenhuma manifestação que a gente possa fazer vai dar em alguma coisa. Sempre quando alguém tenta se manifesta pra alguma coisa, as pessoas falam: ha! isso aí não vai dar em nada, é pura viagem, coisa de maluco ou de idiota. Acha que pode mudar alguma coisa?&lt;/p&gt;&lt;p style="COLOR: rgb(119,119,119)" class="postBody" align="justify"&gt;Eu acho que o papel da juventude sempre foi um papel ativo, onde as pessoas raciocinam por conta própria, pensam e estão antenadas com algum tipo de literatura que as façam refletir. E às vezes se apegam demais só ao que estar sendo colocado nos jornais, nas rádios e nas tevês. Acho que as pessoas não deveriam buscar informações só nesses lugares. Deviam infiltrar suas informações e acima de tudo se interesarem pelo o que estar acontecendo no país. &lt;/p&gt;&lt;p style="COLOR: rgb(119,119,119)" class="postBody" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por que talves hoje pra quem tenha condições de morar num condomínio, ou de freqüentar um hospital particular, uma escola particular, ou até uma faculdade particular, talvez essas pessoas não tem a consciência da dificuldade das pessoas que não tem essa mesma condição de poderem usufruir do sistema púlblico. Que é o que a gente paga, que é o que ta nos nossos impostos. Ta na hora das pessoas se ligarem, que a gente não estamos sozinhas no mundo. Quando um cara puxa o gatilho e mata uma pessoa na rua ele não é diretamente o culpado. As pessoas têm que se ligar de que essas pessoas são reflexo da falta de educação, da falta de investimento, da falta de todas as condições básicas que devem ser oferecidas aos cidadãos. Então quando falamos de política, a gente não ta ditando o que as pessoas devem pensar. A gente ta querendo que elas reflitam sobre isso. E se ela começar a refletir, pra mim já é o suficiente."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="COLOR: rgb(119,119,119)" class="postBody"&gt;T.S.C&lt;/p&gt;&lt;p style="COLOR: rgb(119,119,119)" class="postBody"&gt;&lt;br /&gt;"Onde falta educação, sobra violêcia"&lt;/p&gt;&lt;input value="3501261988365037002" type="hidden" name="postID"&gt; &lt;input value="8607797755230966681" type="hidden" name="blogID"&gt; &lt;div class="errorbox-good"&gt;&lt;input value="GXoR40bFwxhAwodFULnJIXutcQs=" type="hidden" name="securityToken"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;button id="submitBtn" class="orange" type="submit"&gt;Excluir&lt;/button&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8607797755230966681-8554385884155976936?l=psicodeliaimaginaria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/feeds/8554385884155976936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8607797755230966681&amp;postID=8554385884155976936' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8554385884155976936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8607797755230966681/posts/default/8554385884155976936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicodeliaimaginaria.blogspot.com/2008/02/o-que-eu-penso.html' title='O que eu penso?'/><author><name>Bernard Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11420624470102031839</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='26' src='http://4.bp.blogspot.com/--lYkj7mcSrs/Tm1Y_a2DgoI/AAAAAAAAA00/i38nyS6Od1U/s220/foto.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
